O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quinta-feira, 17 de Janeiro de 2013

Cada vez compro o jornal mais pelo que não traz do que pelo que contém.

Compro o jornal que traz menos histórias de crimes, de sensacionalismos e da vida privada das figuras públicas.

Alegar-se-á que tudo o que acontece deve ser noticiado. Diria que, a valer tal princípio, cada jornal teria de ter milhares e milhares de páginas.

Noticiar é, pois, seleccionar. E aflige-me que se propenda crescentemente a seleccionar a violência e a futilidade.

No que concerne aos crimes, objectar-se-á que a notícia será uma forma de dissuasão. Falando de crimes, haverá menos crimes.

Só que a experiência mostra que é precisamente o contrário. Quanto mais, mais. Quanto mais, pior.

É por isso que prefiro um jornal parcimonioso. Mesmo que não me dê muito, já é muito se não me agredir bastante.

Um jornal não tem de ser apenas o rosto da realidade mais deprimente. Pode ser também uma janela de esperança, uma porta para o futuro!

publicado por Theosfera às 10:06

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