O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sábado, 17 de Novembro de 2012

Por mais que tentemos, por muito que nos esforcemos, não somos capazes de parar o tempo.

Podemos parar no tempo, mas o tempo não pára.

O homem, tão engenhoso nas suas invenções, não consegue condicionar o tempo.

Até o tempo mais feliz não pára. Avança e, não raramente, leva-nos a mergulhar nas águas pantanosas da infelicidade.

Uma única coisa parece fazer parar o tempo: a saudade. Mário Quintana alertou: «O tempo não pára, só a saudade é que faz as coisas pararem no tempo».

A saudade não deixa avançar o tempo. Ou, melhor, mesmo quando ele avança, não extingue pessoas nem apaga vivências.

Há, na saudade, um misto de presença e de ausência. Como percebeu Torres Queiruga, «a saudade é a presença na ausência».

É por isso que a saudade dói: porque é ausência. Mas é por isso também que a saudade conforta: porque (também) é presença!

publicado por Theosfera às 11:43

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