O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Terça-feira, 06 de Novembro de 2012
Cristiano Ronaldo, se pudesse, votava nele mesmo para melhor jogador do mundo.

Eis uma demonstração de como nem sempre a sinceridade se compagina com a modéstia.

Quando a sinceridade é muita, a modéstia pode ser pouca.

O melhor poderá seguir a recomendação ínsita no velho adágio: «Ninguém é bom juiz em causa própria».

É interessante ver como Ronaldo se tem em grande conta. Isso contribui, sem dúvida, para um rendimento mais eficaz.

Quanto ao caso em apreço, alguém já disse que é pena que Ronaldo actue numa altura em que paira sobre ele a sombra de outro enorme jogador.

Pelé foi único na sua época. Maradona foi o maior no seu tempo. Ronaldo e Messi são o máximo nesta altura.

Os dois são super e muito diferentes. Mas, de há uns tempos para cá, tenho de reconhecer que Messi está um pouco acima do patamar de Ronaldo, que já é muitíssimo elevado!
publicado por Theosfera às 09:59

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