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Domingo, 28 de Outubro de 2012
Os últimos tempos trouxeram-nos para o abismo. Os próximos tempos vão fazer-nos cair nele.

O país sente que tem pela frente um (imediato) problema económico e político, além de um persistente problema moral, que vem de há muito. Como sair daqui?

Um antigo chefe de estado defende a demissão do Governo: por iniciativa própria ou por decisão superior. Mas que fazer a seguir?

A referida figura, sobre isso, não se pronuncia.

As vias partidárias, essenciais numa democracia, parecem esgotadas.

Daí que ir para eleições não pareça sensato, além de ser muito dispendioso.

Eu penso que, dada a emergência que vivemos, os partidos deviam comprometer-se a apoiar uma pessoa escolhida pelo presidente da república.

Não há qualquer ilegitimidade. É bom que se saiba que as eleições são para a escolha de deputados, não de governos.

Muitos dos ministros nem são candidatos a deputados. Porque é que um primeiro-ministro não pode ser alguém que não seja deputado?

Um Monti português? Eu penso que ele até existe. Não vou dizer um nome, até porque haverá outros.

Bom seria que todos os partidos se pusessem de acordo para apoiar uma solução.

Os desacordos só têm agravado os problemas!
publicado por Theosfera às 07:27

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