O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sábado, 13 de Outubro de 2012

Aquilo que mais fazemos é viver. E, não obstante, aquilo que menos conhecemos é a vida.

São muitas as respostas para a pergunta: o que é a vida? Mas é muito maior a insatisfação de quem (se) pergunta.

A vida, para muitos, é busca de prazer. Para outros, é busca de poder.

E, de facto, a vida da generalidade das pessoas e das instituições oscila entre estes dois pólos.

Mas nem o poder nem o prazer preenchem a ânsia ínsita na alma.

Viktor Frankl achava que a vida é, acima de tudo, procura de sentido.

Para ele, há três possíveis fontes de sentido: o trabalho, a dedicação pelos outros e a coragem em tempos difíceis.

Este é um momento em que a nossa persistência na busca do sentido está mais à prova.

Não desistamos. Como dizia Nietzsche, «o que não nos mata torna-nos mais fortes».

Os momentos dificeis não são para nos abater, mas para nos fortalecer!

publicado por Theosfera às 13:31

De António a 13 de Outubro de 2012 às 14:38
Também penso que a grande questão filosófica radica no sentido da existência. Albert Camus, apesar de considerar que a vida continha muita absurdez, pugnou,nas suas edificantes obras, pelos valores mais elevados da bondade, generosidade e solidariedade humanas. O seu livro, A Peste, é um marco na história da literatura mundial e uma das mais comoventes obras de luta contra a adversidade.O médico e ateu Rieux desprezava Deus, odiava a morte e possuía uma enorme paixão pela vida. Foi ele, porém, quem mais mobilizou as pessoas da cidade de Oran para lutaram fraternalmente contra essa peste devastadora, apesar de não possuir nenhuma esperança numa vida futura. Por outro ângulo de apreciação, o padre Paneloux, perante essa tragédia, recolheu-se na solidão da sua fé, morrendo sem negar Deus mas também sem recorrer aos cuidados médicos, ciente de que o flagelo pestífero fora permitido pelo Criador e que só as preces dirigidas a Deus poderiam pôr fim a esse tormento.
Tudo isto para dizer que cada um de nós terá ou não o seu próprio sentido da existência e que tantas vezes, em momentos de aflição, é invocado o santo nome de Deus em vão, quando o que é imperioso não é rezar mas cumprirmos o nosso dever fraternal.

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