O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quinta-feira, 04 de Outubro de 2012

Os cidadãos estão saturados da realidade e asfixiados pelo discurso.

A realidade esmaga, o discurso entedia.

Todos acenam com alternâncias. Ninguém avança com alternativas.

O ponto de partida é a resignação. O ponto de chegada parece ser a depressão.

Não haverá alguém que diga que outro caminho é possível?

Mesmo que não o veja, ao menos que o proponha, que o anuncie e que nos ajude a procurá-lo.

Dá a impressão de que já estamos derrotados antes do «jogo».

É preciso acreditar.

Na hora que passa, carecemos de um capital de ânimo, de um suplemento de alma!

publicado por Theosfera às 16:19

De António a 4 de Outubro de 2012 às 16:54
Por mim, penso que há uma alternativa política a esta desgovernação infame. Nenhuma pessoa de bom senso pode contestar que Portugal necessita de auxílio externo financeiro. A questão não é essa, mas a de saber:

a) Se a austeridade deve ocorrer num prazo tão curto de 2 ou 3 anos ou se o seu peso deverá ser mais alongado em termos temporais;

b) Se a austeridade deve ir ao ponto de deixar pessoas no desemprego sem subsídios ou cortar subsídios a medicamentos a pessoas economicamente carenciadas ou elevar ainda mais o IMI a tanta gente que já luta pela sua sobrevivência e pelo direito à habitação.

c) Se a austeridade deve ou não incidir mais fortemente sobre os beneficiários do grande capital.

E volto a repetir: no Parlamento, quer o BE, quer o PCP mostraram uma atitude responsável e coerente, no sentido da renegociação da dívida em termos que permitam aliviar a asfixia que se abateu sobre a grande maioria dos portugueses.

O contraponto a esta politica justa e equilibrada, que o BE e o PCP é a desgovernação ruinosa da actual maioria governamental e parlamentar, como o PS a representar a figura de Pilatos.

Afinal, há dois caminhos:

a) O de acrescentar mais recessão à recessão e conduzir o país à ruína, à fome e à miséria cada vez mais crescentes;

b) O de tentar renegociar o acordo com a Troika por forma a permitir um maior desafogo económico dos portugueses e a recuperação da economia nacional.

E nem seria necessário o BE e o PCP terem vindo dizer o óbvio. Qualquer aprendiz de economia percebe a justeza e a pertinência das suas propostas alternativas, Bagão Félix e Manuela Ferreira Leite que o digam.



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