O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sexta-feira, 28 de Setembro de 2012
A questão é delicada. A linguagem devia ser, por isso, mais cuidada. Afinal, é a vida humana que está em causa. E a vida deve merecer o maior cuidado desde o primeiro momento até ao último instante. Daí que falar de «racionamento» de medicamentos já seja suficientemente complicado. Mas qualificar tal racionamento como «ético» é, pura e simplesmente, inaceitável.

Assumam, pelo menos, que se trata de um racionamento económico ou talvez mesmo economicista. É certo que é preciso cortar na despesa. Mas quando não se corta em muitas parcerias público-privadas, quando mal se corta nas fundações e na televisão pública, como há coragem para cortar nos medicamentos?

O argumento de que a vida está por um fio é mais frágil que o frágil fio da vida.

A levar este raciocínio ao limite, não valeria a pena termos quaisquer cuidados, porque todos sabemos que, um dia, iremos morrer.

Eu sei que discussões complexas não se resolvem com simplismos. Mas valha a verdade que maior simplismo do que aquele que está na posição veiculada é impossível.

A única virtude que encontro é o debate que está a ser lançado. Mas confesso que arrepia saber que o Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida defenda esta medida.

As pessoas trabalham durante a vida. As pessoas fazem descontos durante a vida. Não poderão ter acesso a medicamentos na proximidade da morte?
publicado por Theosfera às 09:59

De António a 28 de Setembro de 2012 às 12:36
Submarinos, BPN e PPP fazem uma pipa de massa e alguém entende que Portugal seja o 4º país do mundo com melhor rede de auto-estradas ? Este país só poderá começar a recompor-se quando sentarem no banco dos réus todos os governantes e autarcas responsáveis por gestão danosa de dinheiros públicos.O problema de Portugal não é o EURO, mas o constante desvario na afectação dos fundos comunitários e dos dinheiros públicos. No dia em que fosse feita a desmontagem judicial de todos esses casos, muitos governantes iam sair mal na fotografia.

De Maria da Paz a 28 de Setembro de 2012 às 23:25
Ex.mo Senhor:

Apoiado!

A falta que faz meter todos os ladrões e péssimos gestores em Caxias, em Peniche ou na ilha do Sal!
Maria da Paz

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