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Sábado, 16 de Junho de 2012
Longe vão já os tempos do «Portugal uno e pluricontinental».

É claro que, mesmo nessas alturas, já havia assimetrias visíveis e desigualdades notórias.

Mas o que mais dói é que nem o progresso introduziu as necessárias correcções.

O Prof. Samapaio da Nóvoa denunciou, a 10 de Junho, «os demasiados "portugais" dentro de Portugal».

Somos, de facto, «uma sociedade fragmentada e facilmente vencida pelo medo e pela radicalização».

É nesta altura que mais «precisamos de ideias novas que nos dêm um horizonte de futuro. Há sempre alternativas. A arrogância do pensamento inevitável é o contrário da liberdade. E, nestes estranhos dias, duros e difíceis, podemos prescindir de tudo, mas não podemos prescindir da Liberdade nem do Futuro».
publicado por Theosfera às 13:35

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