O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quinta-feira, 14 de Junho de 2012

Num jogo em que o maior «artista» não apareceu, valeram os «operários». Pepe, Postiga e Varela mostraram que uma equipa é feita de muitos. Não depende apenas de um!

A vitória de ontem deixa os portugueses contentes e um português (especialmente) aliviado: Cristiano Ronaldo.

Toda a gente, a esta hora, discute os falhanços de Ronaldo. Imaginem que Portugal não tinha vencido? Esses falhanços teriam tido influência determinante no resultado.

Varela alegrou Portugal e aliviou Ronaldo.

Há, entretanto, um aspecto positivo. Para o jogo de Domingo, há um português com enorme motivação: Cristiano Ronaldo. Dia 17, ele vai querer aparecer. E fazer tudo para marcar!

Com a Holanda, Portugal vai ter a qualidade que tem mostrado. Será capaz de ter o Ronaldo que não tem aparecido?

Muitas vezes, é Ronaldo que tem «puxado» pela equipa. Agora é a vez de a equipa «puxar» por Ronaldo.

O «astro» falhou, ontem, o que alguns «satélites» não costumam falhar. É preciso perceber que Ronaldo é humano, apenas humano!

Uma vez mais, o sofrimento foi compensado. No futebol como na vida, quem espera alcança, quem porfia consegue, quem não desiste triunfa.

É claro que Portugal arriscou muito. Quando estava a ganhar, deu a bola em vez de controlar a bola.

A Dinamarca, que não tem os primores técnicos dos portugueses, praticou um futebol geométrico, objectivo e muito perigoso.

Portugal marcou porque precisava de ganhar. Depois, «descansou» porque depreendeu que o jogo estava ganho. Quando sofreu o empate, foi para a frente e sinalizou a vitória.

Precisamos de estar em perigo para sermos felizes?

O futebol é mais que um jogo. Ele é, muitas vezes, um (fidedigno) retrato da vida!

publicado por Theosfera às 09:23

De António a 14 de Junho de 2012 às 13:37
A nossa selecção de futebol reflecte bem a idiossincrasia nacional. Uma equipa de grande qualidade, que poderia perfeitamente ter ganho à Alemanha, se não lhe tivesse prestado tanta vassalagem e que esteve a um passo de dizer adeus ao Europeu com a Dinamarca, porque, mais uma vez o demonstrou, reage mais do que age. Esperemos que os jogadores tenham aprendido a lição de que, no futebol como na vida, a melhor estratégia é a do ataque continuado em relação aos nossos objectivos. Parece que, em nós, portugueses, o problema não é de crença nas nossas capacidades, mas, sim, precisamente de descrença. Ou então, rapidamente partimos do 8 para o 80. Se eventualmente ganharmos à Holanda, com uma exibição convincente, já passaríamos a ser imediatamente candidatos à vitoria final. Somos um povo muito estranho, já o Napoleão o dizia. E nunca nos conseguiu derrotar.


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