O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Terça-feira, 22 de Maio de 2012
Numa daquelas notícias a que não se dá muito destaque, encontro, hoje, a referência a uma iniciativa dos estudantes do Instituto Superior Técnico.

Recusam-se a aplicar o português do novo Acordo Ortográfico.

Independentemente da avaliação que se possa fazer, é sempre salutar registar esta opção corajosa.

A corrente dominante é muito poderosa. Fazer-lhe frente não é fácil. Acabei de saber que o ensino de Latim e de Grego já não é obrigatório nos cursos superiores de humanidades e literatura.

Como é possível ensinar a nossa língua se descuramos ir ao encontro da sua proveniência?

A esta luz, talvez se entendam as decisões do Acordo.

A etimologia é cada vez mais uma evocação.

Há quem considere inevitável. Penso que se não se pensou maduramente.
publicado por Theosfera às 10:59

De Maria da Paz a 22 de Maio de 2012 às 23:58
Rev.mo Senhor Doutor:
O famigerado "acordo ortográfico" parece uma brincadeira (de mau gosto) de crianças. De facto , «não se pensou maduramente». Foi uma leviandade com laivos ou, melhor dizendo, com a marca de uma tremenda ditadura: a ditadura da mediocridade. Mas... manda quem pode e obedece quem deve. Manda quem menos sabe, manda quem menos pensa: qualquer um, hoje em dia, faz o que lhe apetece e o que "lhe dá na real gana".
Estamos assim... tristemente, desgraçadamente!
Afectuosamente,
Maria da Paz

De Theosfera a 23 de Maio de 2012 às 00:12
Ex.ma Senhora Dra., muito obrigado. É um sinal de um tempo complicado. Deus a abençoe.

De António a 24 de Maio de 2012 às 13:15
Por mim, sou adepto de um acordo ortográfico que uniformize a língua portuguesa em todos os países que a utilizem. No tempo do meu pai, ele escrevia, por exemplo, "pharmacia", eu sempre escrevi farmácia. Hoje, não vejo razão para não escrever " ação" em vez de "acção" ou "perceção" em vez de " percepção".
O facto de aceitar a pertinência de uma revisão ortográfica, não significa, contudo, que não tenha críticas a fazer a certas inovações que me parecem inaceitáveis. Mas faço-o dentro de uma perspetiva de melhoria do acordo ortográfico e não de, liminarmente, o rejeitar.


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