O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sexta-feira, 27 de Abril de 2012

O Barcelona atingiu o máximo com jogadores que ele mesmo gerou e com um treinador que ele mesmo formou.

Xavi, Iniesta, Messi e muitos outros nunca jogaram noutro clube. Pep Guardiola nunca treinou outra equipa.

O Real gasta dinheiro a comprar jogadores. O Barcelona investe dinheiro ao não vender jogadores.

O paradigma é para manter. Sai um elemento, mas a filosofia subsiste.

O novo treinador, Tito Vilanova, é também um homem da casa.

A surpresa é geral. Mas quando Guardiola chegou, há quatro anos, o espanto também foi total.

Guardiola revelou-se um esteta. Não jogava apenas para os golos. Jogava também para os olhos.

Havia uma empatia, uma identificação, uma osmose entre a equipa e o técnico.

Fica uma dúvida.

Conseguirá o Barcelona fazer o mesmo sem Guardiola? E conseguirá Guardiola fazer o mesmo sem o Barcelona?

publicado por Theosfera às 13:46

De António a 27 de Abril de 2012 às 23:02
Guardiola é um senhor. Mourinho, esse, ajoelhou-se na série de penaltis, no confronto com o Bayern. Ainda deve ser um daqueles que pensa que Deus decide parcialmente jogos de futebol em favor de quem lhe reza ou ajoelha.

De ana a 28 de Abril de 2012 às 19:18
pois, mas o Mourinho é mesmo um senhor:basta ser portugues para ser motivo do nosso orgulho ja deu provas de ser um senhor, e a atitude dele depois do final do jogo com o bayern mostra que alem de senhor tem tambem muito caracter. o guardiola é bom no que faz, mas como portugueses que somos, em vez de deitar abaixo os nossos, levantemo-los sempre mais alto que os outros...

De António a 29 de Abril de 2012 às 03:05
Em nome de que princípio ético deveríamos enaltecer um português pelo mero facto de ser nosso concidadão e deixar de louvar um estrangeiro pela simples circunstância de ser estrangeiro ? Por puro chauvinismo ?

Limitei-me a pôr em causa, no comportamento de Mourinho, algo que, enquanto cristão, me merece censura:

Que um treinador de futebol se ajoelhe num campo de futebol, à espera que Deus lhe faça o especial favor de lhe conferir ganho de causa no desempate dos penaltis.

Não é essa a minha concepção de Deus. E considero deplorável, nessa medida, o comportamento público de Mourinho.

Também nunca esqueci a forma como ele se fez ao lugar de treinador no União de Leiria, no tempo em que ainda lá estava Manuel José.

Exactamente o que não se espera de um verdadeiro senhor.


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