O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sábado, 14 de Abril de 2012



Antes de falar ou escrever, devíamos pensar naqueles que nos podem ouvir ou ler.

Uma espada fere muito. Mas uma palavra pode ferir mais.

A ferida de uma palavra pode prolongar por muito mais tempo. E quem sabe se alguma vez cicatrizará?

Robert Burton disse o essencial: «Uma palavra fere mais profundamente que uma espada»!



Franz Rosenzweig tem razão: «A linguagem é mais que sangue».

Por vezes, faz sangrar muito mais que o sangue!

O problema da palavra, hoje, não está só na sua versatilidade semântica. Está também (e sobretudo) na fragilidade ética de quem a usa. Quando a palavra depende mais da conveniência do que da verdade, a comunicação entra em combustão.

O ruído prevalece. O diálogo fenece. O interesse predomina!

publicado por Theosfera às 00:11

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