O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sábado, 17 de Março de 2012
Uma vez mais, os textos litúrgicos mostram-nos Deus a conjugar o verbo «amar».
 
É o único verbo que Ele sabe conjugar. Mas também o conjuga no modo imperativo: «Amarás»!
 
Se o Homem é imagem e semelhança de Deus, só amando se aproximará d'Ele. Esta é a lição primordial, jamais apreendida.
 
Muito do que se diz e do que se escreve não faz mais que espumar ausência de amor. Tantos julgamentos impiedosos.
 
Confunde-se crítica serena de situações com censura inclemente de pessoas.
 
Às vezes, não dizer ou não escrever (quando só há ataques para desferir) pode ser uma bela maneira de comunicar!
publicado por Theosfera às 11:43

De António a 17 de Março de 2012 às 13:05
Se o Homem é a imagem e semelhança de Deus, isso significa, a meu ver, que cada um de nós já tem a dimensão do Absoluto. Mas a grande questão, que decorre dessa similitude, é então saber por que Deus se quis simultâneamente relativizar no Homem.

De Theosfera a 17 de Março de 2012 às 16:03
Mais uma vez cploca uma questão deveras pertinente, bom Amigo. Dediqeui grande parte da minha vida a estudá-la. Para Zubiri, não é Deus que Se relativiza no Homem, mas é o Homem que se absolutiza em Deus. Ele falava de Deus como o absolutamente absoluto e do Homem como o relativamente absoluto. Aqui, «relativo» tem que ver sobretudo com relacional. Sem querer apagar a componente de mistério, há muito que nunca saberemos totalmente, o que significa que há muito para explorar. Abraço amigo no Senhor Jesus.

De António a 17 de Março de 2012 às 20:56
Muito grato, estimado padre João António pelo seu sapiente comentário. Jesus Cristo referiu que nós somos deuses. Não será que a Santidade traduz precisamente a ascensão humana ao domínio do Absoluto, a partir do Relativo ?

Não é questão nada fácil de resolver por causa do problema do Mal. Leibniz bem tentou esclarecê-la através da sua teodiceia, mas o Mistério persiste.

Terá certamente razão, meu bom Amigo. A acepção de Deus como o Absoluto Total e a do Homem como a de um Relativo que se pode absolutizar faz claramente mais sentido do que a minha inicial proposição, reconheço.

Seja como for, quando vejo a figura de um Santo ou de um Santa afigura-se-me que estou a ver Deus.

Foi sempre o que julgo ter captado perante a inolvidável presença do maravilhoso Papa João Paulo I, de tão saudosa memória.

Aquele seu tão encantador e benévolo sorriso reflectia notoriamente a Bondade de Deus.




De Theosfera a 17 de Março de 2012 às 21:00
Concordo inteiramente, bom Amigo. João Paulo I irradiava a bondade de Deus. Só a bondade honra Deus. Abraço amigo no Senhor Jesus.


mais sobre mim
pesquisar
 
Março 2012
D
S
T
Q
Q
S
S

1
2
3

4
5
6
7
8
9


20



Últ. comentários
Sublimes palavras Dr. João Teixeira. Maravilhosa h...
E como iremos sentir a sua falta... Alguém tão bom...
Profundo e belo!
Simplesmente sublime!
Só o bem faz bem! Concordo.
Sem o que fomos não somos nem seremos.
Nunca nos renovaremos interiormente,sem aperfeiçoa...
Sem corrigirmos o que esteve menos bem naquilo que...
Sem corrigirmos o que esteve menos bem naquilo que...
hora
Relogio com Javascript

blogs SAPO


Universidade de Aveiro