O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quinta-feira, 16 de Fevereiro de 2012
Apesar de tudo, continuo a acreditar que, um dia, a Igreja voltará à simplicidade e à bondade de Jesus.
 
Eu não verei esse dia. Mas sei que ele virá.
 
Quero viver com essa certeza. Quero morrer com essa esperança!
publicado por Theosfera às 10:05

De Maria da Paz a 16 de Fevereiro de 2012 às 12:54
Rev.mo Senhor Doutor:
Muito bem-haja por esta chamada de atenção que nos convoca a todos os que somos Povo de Deus, Padres e Leigos, e, portanto, Igreja. Realmente cada um de nós deve pensar e passar à acção no sentido de construir essa Igreja ideal, santa, pura e sem mancha. Há muito a fazer e, em cada momento temos de nos pôr em causa, no sentido de acertar caminho , no sentido da simplicidade e da bondade de Jesus... O empenho junto dos outros, sem esmorecer, tentando ajudá-los nas suas necessidades, o coração empenhado no sentido de louvar a Deus e de ir ao encontro dos irmãos...
Se faço um exame de consciência sério e profundo, reconheço que a culpa é minha.
É um desafio muito grande. E muitas vezes, só vemos «o argueiro nos olhos dos outros», sem vermos as "traves" que nos entravam e nos fecham no nosso egoísmo que desculpamos sempre com toda a indulgência e as mais variadas desculpas. Estou a fazer um exame de consciência e tenho de me ir confessar. Mas sei que não conseguirei chegar aonde queria: o aperfeiçoamento pessoal, como membro da Igreja, para tornar a Igreja mais santa. «Uma alma que se eleva eleva o Mundo», como nos disse Elisabeth Leseur . Como posso criticar a Igreja, se eu mesma sou tão imperfeita?
Esta é uma questão fundamental que eu não consigo resolver...
Afectuoso abraço.
Maria da Paz

De António a 16 de Fevereiro de 2012 às 22:42
Hoje estive ler " Porque não sou cristão", de Bertrand Russell, um homem intelectualmente muito sério e de grande integridade de carácter. Eu sou cristão e revejo-me no essencial da Doutrina de Cristo, mas há certas passagens dos Evangelhos que me incomodam e muito. Curiosamente, as mesmas que suscitaram particular atenção de Bertrand Russell. Uma delas fustiga-me a mente: porque razão Cristo afirmou que o pecado contra o Espírito Santo não tinha perdão ? Então Deus não deverá ser perspectivado como o mais Santo e Bondoso dos seres ? E, se assim for, Deus não será o Primeiro a perdoar qualquer ofensa que lhe seja feita ?

De Theosfera a 16 de Fevereiro de 2012 às 23:18
Durante muito tempo, articulei respostas para essa pergunta. Hoje em dia, acolho-me num persistente «não sei». Deve haver um motivo que não lobrigo, uma justificação que não alcanço. No próprio sermão da montanha, diz-se que se perdoarmos, seremos perdoados; se não perdoarmos, não seremos perdoados. Ora, à letra, isto é fazer «descer» Deus à nossa condição: a de alguém que não perdoa a quem não perdoa. Curiosamente, estou a começar a ler dois livros sobre estes temas. Eu cerio na bondade suprema, que é Deus. Obrigado por tudo. Abraço amigo no Senhor Jesus.

De António a 17 de Fevereiro de 2012 às 00:26
Eu também creio na Bondade Suprema, que é Deus, estimado Padre João António. E essa é também a convicção profunda dos grandes místicos, como, entre outros, Santo Anselmo,Malebranche, Plotino e Pseudo- Dionísio Areopagita. Abraço amigo.


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