O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sábado, 11 de Fevereiro de 2012
Afinal, há um país que rejeita, liminarmente, o Acordo Ortográfico.
 
«Não queremos destruir essa preciosidade (a língua portuguesa) que herdámos inteira e sem mácula. Se queremos que o português seja uma língua de trabalho na ONU, devemos, antes de mais, respeitar a sua matriz e não pô-la a reboque do difícil comércio das palavras. Há coisas na vida que não podem ser submetidas aos negócios».
 
Este escrito tinha tudo para ser produzido em Portugal. Mas foi escrito em Angola. No jornal oficioso.
 
Continuo a pensar que, não sendo a língua inamovível, o que se apresenta não é uma reforma; é uma desfiguração.
 
Ainda iremos a tempo de evitar a sua consumação?
publicado por Theosfera às 15:51

De Theosfera a 13 de Fevereiro de 2012 às 10:12
Ex.mos Senhores, bosn Amigos.
Obrigado pela visita e pelos comentários. Respeito inteiramente a opinião diferente. Creio, porém, que esta reforma é muito diferente das anteriores. A passagem do «ph» para «f» foi quase uma redundância, já que não havia hesitações quanto à pronúncia. Mesmo assim, países de vanguarda como a França continuam a usar a grafia clássica. No que concerne às palavras referidas como «perspetiva», o c é mudo, mas tem a função de abir o e anterior. Sem as consoantes mudas, a dúvida subsiste e a arbitrariedade pode instalar-se: será «perspétiva» ou «perspêtiva»? Acresce que é praticamente impossível à ortografia servir de regulador da fonética. Haverá sempre cambiantes, mesmo em comunidades homogéneas. Mas agradeço muito a partilha de pontos de vista diferentes. É um estímulo precioso para o debate. Do fundo do coração, muito obrigado.


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