O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Terça-feira, 07 de Fevereiro de 2012

Não dá para esquecer apesar de as estradas do tempo acelerarem, cada vez mais, a velocidade da existência.

 

Mas aquela madrugada nunca se apaga. Nem aquele rosto que se ia apagando, sem nunca se extinguir.

 

Eram 05h37 de 7 de Fevereiro de 1997. A respiração começou a enfraquecer até que, àquela hora, parou. A 7 de Fevereiro de 1997 meu querido Pai foi chamado para junto do eterno Pai.

 

Foi há quinze anos. Parece que foi há instantes. 

 

Por tudo, muito obrigado, meu querido Pai. Sei que continuas em mim, comigo. Sempre.

publicado por Theosfera às 05:37

De António a 7 de Fevereiro de 2012 às 13:43
A vida não faria sentido se a alma não sobrevivesse à morte física. Tenho a plena convicção que sim. Mas o que me espanta é notar que tantos crentes põem em causa essa sobrevivência sempre que alguém invoca que é possível o contacto real com pessoas fisicamente desaparecidas.

Durante meses, padeci de um incomodativo problema de saúde. O meu médico assistente disse-me recentemente que necessitava de ser operado e prescreveu-me uma série de exames pré-operatórios antes da marcação da necessária intervenção cirúrgica.

Na semana passada, estava muito aflito da minha respiração, num estado que se prolongava há vários meses, sem solução, não obstante toda a medicação que tomava.

Deitei-me desesperado e apelei para uma intervenção do meu querido e falecido pai.

Não rezo a Deus, apenas porque não me julgo merecedor de dádivas divinas especiais.

Mas no meu pai sempre tive o meu melhor Amigo. E a ele achei curial pedir-lhe alguma intervenção, vinda do mundo espiritual.

No dia seguinte, recuperei totalmente dos meus constantes problemas respiratórios.

Hoje, respiro livremente e sem necessidade de qualquer medicação.

A morte é mera ilusão e o amado pai do estimado Padre João António está vivo e eternamente presente na sua vida.

Abraço amigo.

De Theosfera a 7 de Fevereiro de 2012 às 14:11
Que belo testemunho, bom Amigo. Do fundo do coração, desejo o seu rápido restabelecimento. Muita paz no Senhor Jesus. Abraço amigo.

De António a 7 de Fevereiro de 2012 às 14:32
Há vários anos que eu tinha um pólipo benigno numa das narinas, que foi progressivamente aumentando. Há cerca de uma semana, o meu médico assistente disse-me que o pólipo estava enorme e que me tapava quase completamente essa narina, com tendência para passar para a outra. Já tinha tomado várias injecções de cortisona mas o problema permanecia. Perante esse quadro, esse médico, no qual inteiramente confio, disse-me que não restava outra solução senão a operação.

Hoje, sinto claramente que o pólipo, ou já não ocupa a minha narina ou diminui drasticamente de um dia para o outro, depois de ter apelado para a intervenção do meu querido, bondoso e santo pai.

Passados tantos anos, encontro-me a respirar normalmente sem nenhum obstáculo a impedir a livre circulação do ar.

Abraço amigo.

De Theosfera a 7 de Fevereiro de 2012 às 16:28
É um testemunho maravilhoso, que mostra como a vida se mantém para lá da morte. Fico muito feliz por tudo estar melhor. Rezo para que essas melhoras se consolidem e que essa ligação a seu querido Pai se estenda por todo o sempre. Abraço amigo no Senhor Jesus.


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