O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Terça-feira, 20 de Agosto de 2019

Hoje, 20 de Agosto, é dia de S. Bernardo de Claraval e S. Felisberto.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 00:00

Segunda-feira, 19 de Agosto de 2019

Hoje, 19 de Agosto, é dia de S. João Eudes, Sto. Ezequiel Dias Moreno, S. Luís de Toulouse e S. Bernardo de Tolomai.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 00:00

Domingo, 18 de Agosto de 2019

Abre, Senhor, os nossos olhos.

Abre, Senhor, o nosso coração.

 

Abre, Senhor, a nossa vida.

Abre-nos, Senhor, à vida,

ao amor, ao perdão e à paz.

 

Abre-nos, Senhor, à partilha.

Abre-nos ao dom e à dádiva.

 

Que sejas sempre Tu em nós.

Que sejas verdadeiramente o nosso Senhor.

 

Habita, Senhor, no nosso mundo,

na nossa vida, no nosso coração.

 

Queremos recomeçar com alento.

Dá-nos, Senhor, a coragem e a confiança.

 

Que nós nunca desfaleçamos.

Tu, Senhor, estás sempre em nós.

 

Que nós queiramos estar em Ti,

JESUS!

publicado por Theosfera às 11:29

A. Um «incêndio» que ninguém consegue apagar



  1. Nesta época de calor, o Evangelho apresenta-nos Jesus como um «incendiário». Eis o que Ele nos diz: «Eu vim lançar fogo sobre a Terra e só quero que ele se tenha ateado» (Lc 12, 49). Jesus, de facto, é um «incendiário». Ele quer «incendiar» o mundo com chamas que destruam o nosso instalamento, o nosso comodismo, a nossa indiferença.

Ao contrário do que acontece com os outros incêndios, este «incêndio» desencadeado por Jesus não pode ser apagado. O «incêndio» desencadeado por Jesus não é para apagar, mas para atear. Este «incêndio» tem o nome de Evangelho. Evangelizar é, pois, «incendiar». Cada evangelizador tem de ser um «incendiário»: um «incendiário» do amor, da verdade, da justiça e da paz.



  1. Como sabemos, para a Filosofia da Antiguidade, o fogo, juntamente com a água, ar e a terra, é um dos elementos primordiais da natureza. Mas a que fogo alude o Evangelho? O fogo possui um significado simbólico complexo. No Antigo Testamento começa por ser um elemento teofânico (cf. Ex 3,2; 19,18; Dt 4,12; 5,4.22.23; 2 Re 2,11), aplicado para evocar a santidade divina.

A manifestação do divino provoca no homem atracção e, ao mesmo tempo, temor. Explorando a relação entre o fogo e o temor, a sabedoria bíblica apresenta o fogo como símbolo da intransigência de Deus em relação ao pecado.


B. Um «fogo» que destrói e reconstrói



  1. Os profetas usam a imagem do fogo para anunciar e descrever a ira de Deus (cf. Am 1,4; 2,5). Note-se, porém, que, ao mesmo tempo que castiga, o fogo também purifica (cf. Is 9,17-18; Jer 15,14; 17,4.27).

Na literatura apocalíptica, o fogo é a imagem do juízo definitivo (Is 66,15-16). O chamado «Dia de Jahwé» é comparado ao fogo do fundidor (cf. Mal 3,2). Será um dia, ardente como uma fornalha, em que os arrogantes e os maus arderão como palha (cf. Mal 3,19) e em que a terra inteira será devorada pelo fogo do zelo de Deus (cf. Sof 1,18; 3,8). Deste fogo devorador — que é também um fogo purificador e transformador — nascerá o mundo novo, de justiça e paz sem fim.



  1. É neste contexto que deve ser enquadrado a alusão ao fogo no Evangelho. Jesus veio revelar aos homens a santidade de Deus. Neste sentido, a Sua proposta tem um lado «destruidor». Jesus está aqui para destruir o egoísmo, a injustiça e a opressão que conspurcam o mundo.

É das cinzas desse mundo velho que há-de surgir o mundo novo de amor, de partilha, de fraternidade. Como é que isso vai acontecer? Através da Palavra e da Missão de Jesus. Acontece que Lucas também está a pensar no Espírito enviado por Jesus aos discípulos. Sintomaticamente, o Livro dos Actos dos Apóstolos — igualmente da autoria de Lucas — representa o Espírito Santo através da imagem das línguas de fogo (cf. Act 2, 3).


C. Se Jesus é a paz, porque é que não traz paz?



  1. Segue-se a referência ao baptismo que Jesus vai receber e que gera uma ansiedade até que se realize (cf. Lc 12, 50). Aqui, o baptismo é a morte de Jesus enquanto consumação da Sua entrega ao Pai por nosso amor. Para que o fogo transformador se manifeste, é necessário que Jesus faça da Sua vida um dom de amor, até à Cruz. Só então nascerá o mundo novo.

Daí que quem quiser seguir Jesus tenha de receber o mesmo baptismo. Ser baptizado é mergulhar em toda a trajectória de Jesus, imitando a Sua doação, a Sua dádiva e a Sua entrega até ao fim. Aliás, Jesus pergunta a João e a Tiago se estão dispostos a beber do cálice que Ele vai beber e a receber o baptismo que Ele vai receber (cf. Mc 10, 38).



  1. Na intervenção seguinte (cf. Lc 12, 51-53), Jesus deixa-nos sem palavras, à beira da perplexidade. De facto, Ele assume que não veio trazer a paz, mas a divisão. Como entender esta linguagem se o Antigo Testamento fala do Messias como aquele que é a paz (cf. Mq 5, 5)? São Paulo proclama que Jesus é a nossa paz (cf. Ef 2, 14) e Ele mesmo, na Ceia Pascal, afirma que nos veio oferecer a paz (cf. Jo 14, 27).

O próprio Lucas deixa transparecer que a paz é um dom messiânico (cf. Lc 2,14.29; 7,50; 8,48; 10,5-6; 11,21; 19,38.42; 24,36) e que a função do Messias é guiar os passos dos homens «pelo caminho da paz» (Lc 1,79). Que sentido fará, agora, dizer que Jesus não veio trazer a paz, mas a divisão?


D. Nem Jesus é consensual



  1. É preciso ter presente que não se trata de um desejo, mas de uma previsão. Jesus efectivamente quer a paz e vem trazer a paz, mas Ele sabe que há muitos que reagem à paz com a divisão, o conflito e a guerra. Jesus quer a unidade, mas nunca foi consensual. O escopo da Sua vida foi servir, não agradar. Ele nunca quis a popularidade, mas a verdade. Importante, para Jesus, não é ser aplaudido, mas seguido. Sucede que não falta quem, em vez de O seguir, O hostilize e pretenda eliminar.

A mensagem de Jesus não é inodora nem açucarada. A mensagem de Jesus é interpeladora e desafiadora. Porque Ele é diferente, não deixa ninguém indiferente. Há quem O acolha, mas também não falta quem O rejeite. Como consequência, haverá divisão e desavença, às vezes mesmo dentro da própria família, a propósito das opções que cada um faz perante Jesus.



  1. Este quadro devia levar-nos a reflectir muito e a inflectir bastante. É possível que nem tudo esteja bem quando tudo (aparentemente) corre bem. Curiosamente, é São Lucas que nos transmite este aviso de Jesus: «Ai de vós quando todos disserem bem de vós» (Lc 6, 26).

Definitivamente, Jesus opta mais pela incomodação do que pela acomodação. Jesus não se revê em quem se acomoda ao mundo. Revê-se mais em quem se incomoda com o mundo.


E. O «Livro do Desassossego» de Jesus



  1. O Evangelho é paz, mas nem sempre é sossego. O Evangelho pode ser visto até como uma espécie de «Livro do Desassossego». Jesus pacifica, mas não sossega. Ele quer-nos permanentemente desassossegados.

A paz de Jesus — a paz que é Jesus — é uma vida com exigência e coerência. Não é uma vida diluente ou dissolvente, ao sabor dos ventos e das modas. Jesus aparece-nos, muitas vezes, do outro lado: do outro lado da margem e do outro lado das correntes dominantes. Como é óbvio, a divisão pode surgir. Não podemos, porém, ficar tolhidos nem paralisados. A recompensa que nos espera não é o aplauso do mundo, mas a aprovação de Deus.



  1. Se o objectivo do cristão fosse ser aplaudido, haveria ídolos, mas não haveria mártires. Ídolos são aqueles que o mundo aplaude. Mártires são aqueles que o mundo condena. Jeremias é o protótipo do profeta que incomoda. Por isso, recebe ameaças de morte (cf. Jer 38, 4). Mas ele não desiste.

Assim devem ser os cristãos. O mundo não melhora quando os cristãos se conformam. O mundo só acorda quando os cristãos despertam. Uma nova luz se acende quando nenhum cristão se rende. Procuremos servir o mundo. Mas nunca nos deixemos iludir com os aplausos do mundo!

publicado por Theosfera às 05:40

Hoje, 18 de Agosto (20º Domingo do Tempo Comum), é dia de Sta. Helena da Cruz, Sto. Agapito e Sto. Alberto Hurtado Cruchaga.

Um santo e abençoado dia para todos!

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Sábado, 17 de Agosto de 2019

Hoje, 17 de Agosto, é dia de Sta. Beatriz da Silva, Sta. Clara de Montefalco, Sto. Ângelo Mazzinghi, S. Jacinto, S. Mamede e S. Mamés.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 00:00

Sexta-feira, 16 de Agosto de 2019

Hoje, 16 de Agosto, é dia de Sto. Estêvão da Hungria, S. Roque e Sta. Maria do Sacrário.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 00:00

Quinta-feira, 15 de Agosto de 2019

Nossa Senhora, nossa Mãe,

que neste dia sobes ao Céu,

fica connosco, que ainda peregrinamos na Terra.

 

Tantas vezes perdidos,

precisamos de uma luz

e Tu és o farol que nos mostra a luz da luz.

 

Nossa Senhora dos Remédios,

Nossa Senhora da Assunção,

acompanha-nos na subida

pelos difíceis caminhos da vida.

 

Estar conTigo é estar na paz,

no amor e na alegria.

 

Estar em Ti é encontrar a melhor companhia

e o mais belo seguro na vida.

 

Mãe, querida Mãe,

hoje é o Teu dia,

o dia da Tua vitória,

o dia do Teu triunfo.

 

Onde nós estamos, Tu continuas a estar.

Onde estás, nós um dia estaremos

para sempre: conTigo e com Teu Filho:

JESUS!

publicado por Theosfera às 11:27

A. Uma festa eminentemente pascal



    1. Belo — muito belo — é este dia. Grande — muito grande — é a festa que celebramos neste dia. Nesta Eucaristia, celebramos também o triunfo de alguém a quem nem a morte pôs fim à vida.

    A solenidade da Assunção da Virgem Santa Maria é uma festa eminentemente pascal. Hoje, de facto, celebramos a passagem de Maria da morte para a plenitude da vida. A Ressurreição de Maria é uma consequência da Ressurreição de Jesus e, ao mesmo tempo, desponta é um prenúncio da nossa Ressurreição com Jesus.



    1. Maria esteve unida a Jesus na morte. Como é que Jesus não haveria de estar unido a Maria na Ressurreição? Maria acompanha Jesus até à morte. Jesus conduz Maria à Ressurreição. Jesus sobe para Deus e faz subir Maria para o Pai. Jesus eleva-Se ao Céu. Maria é elevada — por Jesus — até ao Céu.

    É a diferença entre ascensão e assunção: ascensão é mais activa, assunção é mais passiva. Jesus sobe ao Céu pelas Suas próprias forças. Maria é elevada ao Céu na força de Seu Filho Jesus.


    B. No tempo, caminhando para além do tempo



    1. A Igreja sempre acreditou naquilo que o Papa Pio XII viria a formular a 1 de Novembro de 1950, na constituição apostólica «Munificentissimus Deus»: a Virgem Maria, «tendo terminado a Sua missão na terra, foi elevada, em corpo e alma, à glória do Céu».

    Em apoio desta verdade de fé, o Santo Padre invoca o Livro do Génesis (cf. Gén 3, 15), destacando a vitória de Maria sobre o pecado e sobre a morte. A certeza desta vitória sobre a morte é reforçada por São Paulo, na sua Primeira Carta aos Coríntios: «Então se cumprirá a palavra que está escrita [por Isaías 25, 8)]: “a morte foi engolida pela vitória”»(1Cor 15, 55).



    1. Como membro da Igreja, Maria, na Sua assunção, indica o caminho à Igreja. Maria é a garantia de que a Igreja, que caminha no tempo, não se esgota no tempo. O caminho da Igreja só estará concluído além-tempo, na eternidade.

    A Ressurreição de Maria surge, por conseguinte, como a certeza, neste mundo de incertezas, de que cada um de nós caminha para a glória plena, em que Ela já Se encontra. A assunção de Maria ao Céu, em corpo e alma, funciona, por isso, como a garantia de que o homem se salvará na totalidade. Também o nosso corpo ressuscitará. Também o nosso corpo será para Deus.


    C. A vitória dos que costumam ser vencidos



    1. O triunfo de Maria não é um triunfo sobre ninguém nem contra ninguém. O triunfo de Maria é o triunfo da Igreja com toda a humanidade. No fundo, o triunfo de Maria é o triunfo da humanidade: de uma humanidade redimida, de uma humanidade reconciliada, de uma humanidade aberta e acolhedora.

    O triunfo desta humanidade é o triunfo da humildade. Maria mostra que só chega ao alto quem fica ao lado dos que estão em baixo. Só atinge as alturas quem se dispõe a descer às profundezas. Só alcança a luz quem não foge das sombras. É por isso que Maria agradece a Deus por ter olhado para a humildade da Sua serva (cf. Lc 1, 48). Ela reconhece, em linha com o Salmo 138, que Deus olha para quem é humilde (cf. Sal 138, 6).



    1. O triunfo de Maria não é o triunfo dos que costumam vencer. Pelo contrário, é o triunfo daqueles que costumam ser vencidos. Não espanta, portanto, que Maria veja a história ao contrário. Maria sabe que, para Deus, os vencidos são os vencedores e que os pequenos são reconhecidos como grandes.

    O triunfo de Maria é oferecido por Deus, que não sabe — nem quer — ser imparcial. Deus toma partido pelos oprimidos, pelos sofredores, pelos humildes. Deus está ao lado de quem é marginalizado. Como Maria canta no «Magnificat», Deus dispersa os soberbos, derruba os poderosos e esvazia de riqueza os ricos. Em contrapartida, o mesmo Deus enche de bens os que têm fome e eleva os humildes (cf. Lc 1, 51-53).



    D. Adormecimento, não aniquilamento

    1. Neste sentido, podemos — e devemos — olhar para a Assunção de Maria como um despertador da sonolência em que nos deixamos cair. É curioso notar que esta festa também é conhecida — sobretudo no Oriente — como festa da «dormição». Mas trata-se de uma «dormição» que nos provoca um grande abanão. Maria desperta-nos quando «adormece». Aliás, ainda hoje se diz de alguém que morreu após uma vida santa que «adormeceu no Senhor».

    A tradição cristã apresenta-nos a morte como um adormecimento, não como um aniquilamento. Daí que o lugar onde repousam os defuntos tenha o nome de «cemitério», isto é, o «lugar onde se dorme» e não o «lugar onde se morre». Nós, crentes, olhamos para a morte como um «adormecimento» para este mundo transitório e como um «despertador» para o mundo definitivo.



    1. A este propósito, convirá recordar que a «dormição» de Maria é uma das grandes festas das Igrejas Ortodoxas e das Igrejas Católicas Orientais. Trata-se de uma festa que, na maior parte dos casos, também se comemora neste dia 15 de Agosto. Maria também morreu. De resto e como perguntava Severo de Antioquia, se não tivesse morrido, como é que poderia ter ressuscitado? E, afinal, Jesus também morreu. Pelo que, para partilhar a Ressurreição de Cristo, Maria teve que primeiro compartilhar de Sua morte.

    O certo é que, em 1997, São João Paulo II afirmou que Maria experimentou a morte natural antes de ser elevada ao Céu. Como sabemos, o Novo Testamento é omisso nesta matéria, não nos oferecendo qualquer informação sobre as circunstâncias da morte de Maria. Este silêncio leva a supor que tal morte terá ocorrido de forma natural, mas num ambiente totalmente sobrenatural. São Francisco de Sales defende que a morte de Maria constituiu um transporte de amor. Ele fala de uma morte «de amor, no amor e através do amor». Foi ao ponto de dizer que a Mãe de Deus morreu de amor por Seu Filho Jesus.


    E. Do Céu, Ela continua a perfumar a terra



    1. É interessante notar que os nossos irmãos ortodoxos preparam a «dormição» de Maria com um jejum de 14 dias. Eles acreditam que o Seu corpo foi ressuscitado ao terceiro dia após a morte — depois de encontrarem o Seu túmulo vazio — e que ela foi corporalmente elevada aos céus numa antecipação da ressurreição universal dos mortos.

    Os católicos também acreditam que Maria primeiro morreu e depois foi elevada ao Céu. Algumas versões dizem que tudo aconteceu em Éfeso, na Casa da Virgem Maria. Outras versões, mais antigas, indicam que Maria morreu em Jerusalém. Consta que um dos apóstolos — pelos vistos, São Tomé — não estava presente quando Maria morreu. Quando ele chegou, reabriram o túmulo e verificaram que estava vazio. Só restavam as mortalhas. Uma outra tradição afirma que Maria lançava do Céu a Sua cinta para São Tomé como prova de que tinha ressuscitado .

    1. Embora tenha sido definida há relativamente pouco tempo, existem relatos muito antigos sobre a assunção de Maria ao Céu. A Igreja sempre interpretou o capítulo 12 do Apocalipse como fazendo referência à Assunção. A mais antiga narrativa que se conhece é o chamado «Livro do Repouso de Maria». Também muito antigas são as diferentes tradições das chamadas «Narrativas da Dormição dos “Seis Livros”». A Assunção aparece igualmente no livro do «trânsito de Maria», de finais do século V.

    É comum, em muitos lugares, a bênção de perfumes no dia da Festa da Dormição. E não há dúvida de que Maria continua a perfumar a nossa vida com bênçãos sem limite e graças sem fim. Do Céu, Ela continua a perfumar a terra. Deixemo-nos perfumar sobretudo pela vida do Filho de Maria. A alegria desta Mãe é que sigamos, cada vez mais, os passos de Seu Filho, Jesus!

publicado por Theosfera às 05:46

Hoje, 15 de Agosto, é dia da Assunção de Nossa Senhora, de Nossa Senhora da Lapa e de S. Tarcísio.

É Dia Santo de Guarda. É, pois, como se fosse Domingo. Todo o católico tem obrigação de participar na Santa Missa. Aliás, os horários das Eucaristias são, habitualmente, os de Domingo. É como se fosse um Domingo a meio da semana!

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 00:00

Quarta-feira, 14 de Agosto de 2019

Hoje, 14 de Agosto, é dia de S. Maximiliano Maria Kolbe, Sta. Anastácia e Sta. Isabel Renzi.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 00:00

Segunda-feira, 12 de Agosto de 2019

Hoje, 12 de Agosto, é dia de Sto. Amadeu da Silva, Sta. Hilária, S. João de Riéti e Sta. Joana Francisca de Chantal.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 00:00

Domingo, 11 de Agosto de 2019

Obrigado, Senhor, Deus Santo,

fortaleza dos débeis.



Tu és o médico e o medicamento,

a cura e o curador,

o salvador e a salvação,

Tu trazes a melhor terapia,

a terapia da misericórdia e da esperança.



Os mais simples entendem-Te,

os mais humildes procuram-Te,

os mais pobres sentem conforto a Teus pés.





É doloroso o sofrimento,

mas bendita é a Cruz quando a pegamos com amor,

como Tu.



Dá-nos, Senhor,

a força da paz e da determinação em seguir os Teus passos,

em pisar os Teus caminhos.



Que sejamos dignos de Te seguir,

de estar conTigo,

como Maria,

a Tua e nossa querida Mãe,

JESUS!

publicado por Theosfera às 11:52

A. Não ao improviso e excesso de programação

 

  1. A sociedade cada vez tolera menos o improviso. E, no entanto, passamos muito tempo a improvisar. Jesus, neste Domingo, propõe-nos o contrário do improviso. Ele convida-nos à vigilância, à preparação e ao cuidado.

O discípulo não pode viver de braços cruzados, entre o desânimo e o comodismo. Quando a pessoa já não espera nada — ou quando espera que lhe façam tudo —, limita-se a surfar pela vida, sem preparar o que deve fazer em cada momento.



  1. O nosso campo de missão é o lugar, cada lugar, e o momento, cada momento. Em cada lugar e em cada momento, há que estar atento e disponível para acolher o Senhor. A preparação não consiste tanto em distribuir tarefas ou conseguir ferramentas. A preparação consiste sobretudo na disponibilidade para acolher o Senhor que vem: em cada lugar, em cada momento, em cada pessoa.

A Primeira Leitura apresenta-nos as palavras de um sábio, para quem só a atenção a Deus gera vida e felicidade. Neste sentido, nós, cristãos, devemos constituir uma comunidade atenta e vigilante, para saber distinguir o que vale e o que não vale, o que tem valor eterno e o que (só) tem valor efémero.


B. Cuidado com o desperdício do tempo



  1. Por sua vez, a Segunda Leitura apresenta Abraão e Sara como modelos de fé para os crentes de todas as épocas. A sua vida não foi uma vida programada. Foi, antes, uma vida que Deus desprogramou e reprogramou. A atenção e a vigilância de Abraão e de Sara foram determinantes. Atentos aos sinais de Deus, deixaram que Deus desprogramasse e reprogramasse a sua vida. Importantes, para eles, não foram os seus planos, mas o chamamento de Deus.

É curioso que, hoje em dia, ao lado do improviso, encontramos uma tendência para tudo programar e formatar. Parece que seguimos um formato, que executamos como autómatos. Fora desse formato, não funcionamos, só improvisamos. É preciso, pois, estar atento ao chamamento de Deus, aos Seus apelos.



  1. Verdadeiro discípulo é aquele que está preparado para acolher os dons de Deus, para corresponder aos Seus apelos e para participar na construção do Reino.

Não esqueçamos que o maior desperdício é o desperdício do tempo e das oportunidades que vão passando por nós no tempo. Tantas são as vezes em que dizemos que Deus não fala. E, afinal, tantos são os momentos em que, na verdade, nós não O escutamos nem acolhemos.


C. O nosso campo de missão: cada lugar, cada momento



  1. O Evangelho deste Domingo começa com uma referência ao «verdadeiro tesouro» que os discípulos devem procurar. Esse tesouro não se encontra nos bens deste mundo (cf. Lc 12, 33-34). O verdadeiro tesouro é o Reino de Deus e os valores que dele dimanam. Como encontrar — e guardar — este precioso tesouro? A resposta chega-nos através de três quadros ou parábolas, que reforçam precisamente o convite à vigilância.

A primeira parábola (cf. Lc 12, 35-38) convida-nos a ter os rins cingidos e as lâmpadas acesas. Aqui, parece haver uma alusão ao episódio narrado em Ex 12,11. Trata-se da noite da primeira Páscoa, celebrada de pé e «com os rins cingidos», antes da viagem para a liberdade. Somos, assim, convidados a estar preparados para acolher a libertação que Jesus nos vem trazer. O «noivo, que é Jesus, está sempre a propor à «noiva», que somos nós, a comunhão plena com Deus. Jesus é um «noivo fiel, fidelíssimo». Teremos nós vontade de ser fiéis?



  1. A segunda parábola (cf. Lc 12, 39-40) evoca a incerteza da hora em que o Senhor virá. A imagem do ladrão, que chega a qualquer hora, parece uma imagem pouco adequada para falar de Deus. Trata-se, porém, de uma imagem sugestiva para mostrar que o discípulo fiel é aquele que está sempre preparado para acolher o Senhor que vem.

No fundo, não é preciso anunciar porque, a cada instante, Deus está a vir. Nós é que nem sempre marcamos presença quando Deus vem. É bom ter presente que cada evento do homem é um permanente advento de Deus.


D. Maiores dons, maiores responsabilidades



  1. A segunda parábola (cf. Lc 12, 39-40) evoca a incerteza da hora em que o Senhor virá. A imagem do ladrão, que chega a qualquer hora, parece uma imagem pouco adequada para falar de Deus. Trata-se, porém, de uma imagem sugestiva para mostrar que o discípulo fiel é aquele que está sempre preparado para acolher o Senhor que vem.

No fundo, não é preciso anunciar porque, a cada instante, Deus está a vir. Nós é que nem sempre marcamos presença quando Deus vem. É bom ter presente que cada evento do homem é um permanente advento de Deus.



  1. A terceira parábola (cf. Lc 12, 41-48) parece dirigir-se sobretudo aos responsáveis pela Igreja. Aliás, ela surge na sequência de uma pergunta de Pedro.

O que Jesus quer dizer é que os responsáveis pela Igreja devem permanecer fiéis à sua missão, ao seu serviço. Se alguém deles descuida as suas responsabilidades — e usa as funções que lhe foram confiadas de forma negligente ou em benefício próprio — sofrerá as consequências.



  1. Os dois últimos versículos falam-nos do tipo de castigo de acordo com o tipo de desobediência. Quem desobedece intencionalmente será mais castigado; quem desobedece sem intenção será menos castigado. Esta referência às «vergastadas» deve ser entendida no âmbito da linguagem dos pregadores da época. Estas «vergastadas» sinalizam a repulsa de Deus por aqueles que negligenciam a missão que lhes foi confiada.

É provável que São Lucas esteja a pensar em alguns dirigentes cristãos que, por preguiça ou por maldade, perturbavam seriamente a vida das comunidades a que presidiam.


E. Confiança para lá de toda a segurança



  1. «A quem muito foi dado, muito será exigido, a quem muito foi confiado, mais se lhe pedirá» (Lc 12, 48). Não há dúvida de que esta frase é dirigida aos responsáveis. Mas pode aplicar-se a todos os que receberam dons materiais ou espirituais. Tudo o que está em nós não é nosso. Tudo o que está em nós é dom, não posse. Tudo o que está em nós, antes de ser conquistado por nós, foi-nos confiado por Deus.

Se o que está em nós não é nosso, não pode estacionar em nós. Deus quer que tudo aquilo que nos confiou seja repartido para bem de todos. Não deixemos, por isso, que tudo funcione em função do cálculo. Abramo-nos à aventura da fé.



  1. A Carta aos Hebreus apresenta a fé como «garantia dos bens que se esperam e a certeza das realidades que não se vêem» (Heb 11,1). A fé está intimamente conectada com a esperança; ela dirige-se não ao que está programado desde o passado, mas à surpresa do futuro e ao invisível.

A fé inspira confiança para lá de toda e qualquer (humana) segurança. A fé permite-nos ver além do visível, levando-nos para o limiar do invisível. Aquilo que o possível nos homens não consegue o «impossível» de Deus realiza. Não fiquemos pelas nossas possibilidades. Abramo-nos ao «impossível» de Deus. Para Ele, todo o impossível é possível. Só com Deus, o que consideramos impossível se tornará (felizmente) possível!

publicado por Theosfera às 05:13

Hoje, 11 de Agosto (19º Domingo do Tempo Comum), é dia de Sta. Clara de Assis, Sta. Susana e S. Maurício Tornay.

Um santo e abençoado dia para todos!

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Sábado, 10 de Agosto de 2019

Hoje, dia 10 de Agosto, é dia de S. Lourenço e Sta. Filomena.

Refira-se que S. Lourenço é invocado contra a lombalgia e os incêndios. É também o protector das bibliotecas. É ainda o padroeiro dos cozinheiros e dos hospedeiros.

Um santo e abençoado dia para todos!

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Sexta-feira, 09 de Agosto de 2019

Hoje, 09 de Agosto, é dia de Sta. Teresa Benedita da Cruz (nome religioso da filósofa Edith Stein), S. Carlos Maria Leisner, S. Samuel de Edessa e S. João de Fermo ou da Alvérnia.

Um santo e abençoado dia para todos!

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Quinta-feira, 08 de Agosto de 2019

Hoje, 08 de Agosto, é dia de S. Domingos (Fundador da Ordem dos Pregadores), 14 Santos Auxiliadores e Sta. Maria Margarida do Sagrado Coração, Fundadora das Irmãs Mínimas do Sagrado Coração.

Um santo e abençoado dia para todos!

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Quarta-feira, 07 de Agosto de 2019

Hoje, 07 de Agosto, é dia de S. Sisto II, S. Caetano, Sto. Alberto de Trápani, Sto. Agatângelo de Vêndome e S. Cassiano de Nantes.

Um santo e abençoado dia para todos!

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Terça-feira, 06 de Agosto de 2019

Hoje, 06 de Agosto, é dia da Transfiguração do Senhor (festa celebrada, em alguns locais, como do Santíssimo Salvador), S. Justo e S. Pastor.

Um santo e abençoado dia para todos!

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Segunda-feira, 05 de Agosto de 2019

Hoje, 05 de Agosto, é dia de Sta. Maria Maior (ou Nossa Senhora das Neves), Sto. Abel de Reims e Sto. Emídio.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 00:00

Domingo, 04 de Agosto de 2019

Tudo sobe para cima.

Tudo caminha para o alto.

Tudo tende para o fim.

 

E, na verdade, o que importa é o fim,

o fim para o qual nos chamas.

 

Tu, Senhor, chamas-nos para a felicidade,

para a alegria, para a justiça, para a paz.

Tu, Senhor, chamas-nos para Ti.

 

A vida é cheia de sinais.

É importante estar atento a eles.

É fundamental deixarmo-nos guiar por eles.

 

Neste mundo, tudo passa.

Nesta vida, tudo corre.

Neste tempo, tudo avança.

Só a Tua Palavra permanece, Senhor.

 

 

Obrigado por nos reunires,

por nos congregares,

por nos juntares.

 

De toda a parte Tu chamas,

Tu convocas,

Tu reúnes.

 

Obrigado, Senhor, pela esperança

E pelo ânimo,

Pelo vigor e pela presença.

 

 

 

O importante não é saber a hora do fim.

O fundamental é estar pronto, preparado, disponível.

 

Para Ti, Senhor, o fim não é destruição nem dissolução.

ConTigo, Senhor, o fim é plenitude, realização, felicidade.

 

Em Ti já sabemos o que nos espera.

Tu, Senhor, és a esperança e a certeza da esperança.

 

Tu já abriste as portas.

Tu já inauguraste os tempos últimos, os tempos novos.

 

ConTigo nada envelhece.

Em Ti tudo se renova.

Renova sempre a nossa vida,

JESUS!

publicado por Theosfera às 11:10

A. Cuidado com a escravatura do dinheiro

  1. É certo e sabido que a humanidade tem um prolongado contencioso com o dinheiro e, mais vastamente, com os bens materiais. Precisamos deles, mas não raramente submetemo-nos a eles. E é assim que, em vez de serem nossos servos, tornam-se nossos senhores. O senhorio do dinheiro é uma das piores formas de escravatura neste nosso mundo. Ele é, sem dúvida, o responsável pela riqueza de muitos, mas é também o culpado pela pobreza de tantos.

E o mais preocupante é que o dinheiro domina não apenas quem o possui, mas também o procura. Temos, por isso, de nos libertar deste jugo. Temos de perceber que o dinheiro é necessário para sobreviver, mas nunca consintamos que ele nos sufoque e asfixie.



  1. A liturgia deste Domingo interpela-nos acerca da atitude que assumimos face aos bens deste mundo. Fica bem claro que eles não podem ser os senhores da nossa vida. O ser humano está vocacionado para mais, para diferente, para melhor. São outros os bens que dão sentido à nossa existência e que nos garantem a vida em plenitude.



No Evangelho, através da «parábola do rico insensato», Jesus denuncia a insolvência de uma vida voltada apenas para os bens materiais: o homem que assim procede é visto como um «louco», que esquece aquilo que dá sentido à existência. Na Primeira Leitura, encontramos uma meditação sobre o absurdo de uma vida voltada para a acumulação de bens. Por sua vez, a Segunda Leitura convida-nos a não nos afeiçoarmos às coisas da terra. Mesmo em baixo, devemos olhar para o alto, orientando-nos para Deus.


B. Sozinhos, não conseguimos nada



  1. Diante de Deus, tudo é caduco, finito e periclitante. O Livro de Qohélet — também conhecido como Livro do Eclesiastes —, além de apontar caminhos, procura desmontar certezas. Formula perguntas e não se preocupa em fornecer respostas apressadas.

Não espanta, por isso, que o tom geral do livro seja atravessado por algum pessimismo. O autor parece vergado ao peso da realidade, negando qualquer possibilidade de encontrar um sentido para a vida. Segundo ele, o esforço humano é inútil. Haja o que houver, aconteça o que acontecer, nada vale a pena porque a morte está sempre à espreita.



  1. Olhando, concretamente, para o texto de hoje, o «Qohélet» não hesita em proclamar a inutilidade de qualquer esforço humano. Partindo da sua própria experiência, ele foi capaz de concluir friamente que os esforços desenvolvidos pelo homem não servem para nada.

O homem, só pelo seu esforço, pouco consegue e o pouco que consegue de nada vale. Que adianta trabalhar se, afinal, temos de deixar tudo aqui? É por isso que o «Qohélet» resume a sua frustração e o seu desencanto nesse refrão que se repete, por 25 vezes, em todo o livro: «Tudo é vaidade».


C. Não é mais quem tem mais



  1. A grande lição que este texto nos dá é a certificação da incapacidade de o homem encontrar um rumo, um sentido para a vida. O pessimismo do «Qohélet» ajuda-nos a reconhecer a nossa impotência, a impotência de uma vida voltada apenas para o material.

É assim que a reflexão deste livro nos leva a olhar para mais além. Para onde? O «Qohélet» não o diz expressamente, mas nós, iluminados pela fé, sabemos onde está a resposta: em Deus. Só em Deus seremos capazes de preencher a nossa existência.



  1. O Evangelho apresenta-nos Jesus a escusar-Se — delicada e decididamente — a tomar partido em questões familiares. Daí que diga a quem o interpelou acusando o seu irmão: «Amigo, quem me fez juiz ou árbitro das vossas partilhas?» (Lc 12, 14). O que estava em causa era a luta pelos bens e o apego ao dinheiro, por parte dos dois irmãos em causa.

A conclusão que Jesus extrai (cf. Lc 12, 15) explica porque é que Ele não aceita intrometer-se em tal discussão. O dinheiro, tendo a sua importância na vida, não é o mais importante da vida. O desejo imoderado de dinheiro não é bom, é idolatria: não conduz à vida plena, não corresponde às aspirações mais profundas do homem, A lógica do Reino vai mais além dos bens materiais. Não é mais quem tem mais, mas quem vê mais e quem vai mais além.


D. Mais que amealhar, é importante acrescentar



  1. O problema é que, apesar de passarmos o tempo a relativizar os bens materiais, acabamos por passar a vida envolvidos por eles. Só que, para Jesus, os bens materiais não bastam. A parábola que Jesus apresenta (cf. Lc 12, 16-21) ilustra a atitude do homem dominado pelos bens perecíveis, esquecendo-se do essencial.

Jesus fala-nos de um homem previdente, responsável e trabalhador. Sucede que, de forma egoísta e obsessiva, vive apenas para os bens que, a seus olhos, lhe asseguram tranquilidade e bem-estar material. Este homem é a imagem de todos aqueles cuja vida só pretende amealhar e não acrescentar. Preferem inchar e não encher. Pensam que o dinheiro traz tudo, esquecendo que, só por si, não consegue nada.



  1. É preciso dizer que mais importante que o dinheiro é a família, é o relacionamento humano, é Deus. Não é a vida que deve andar em função do dinheiro, o dinheiro é que deve andar em função da vida.

A decisão de Deus, que terminantemente põe um ponto final nesta existência egoísta, mostra que uma vida deste género não tem sentido e que quem vive apenas para acumular mais e mais bens não agrada a Deus.


E. Não nos deixemos dominar pelo dinheiro



  1. O que Jesus pretende, com esta história, não é demonizar o dinheiro. O que Jesus quer é que não nos deixemos dominar por ele. O que Jesus quer é que não vivamos em regime de escravatura, A preocupação excessiva com os bens, a busca desenfreada de bens, só concorre para a desumanização, que centra o homem em si próprio.

Quando o coração está cheio de avareza, quando a vida se torna um combate obsessivo pelo «ter», o homem torna-se insensível aos outros e indiferente a Deus; Nessa altura, o homem pensa que tudo começa e acaba com o dinheiro. Terrível desilusão, esta, que corrói a humanidade.



  1. Não espanta que São Paulo nos convide a aspirar às «coisas do alto» e não às «coisas da terra». Pelo Baptismo, estamos unidos a Cristo ressuscitado. Desse modo, morremos para o pecado e renascemos para uma vida nova. Comportemo-nos, pois, como portadores desta vida nova. Esta vida nova vai crescendo progressivamente, para se manifestar, em plenitude, quando Cristo voltar.

Não é o céu que é imagem da terra; a terra é que deve ser imagem do céu. Nós somos habitantes do céu que ainda vão caminhando na terra. Que seja Cristo a viver em nós. Que a nossa vida seja sempre uma «cristovida». Que as portas do nosso coração nunca se fechem. Que o nosso coração esteja sempre aberto e que todo o nosso ser fique mais desperto. Tenhamos sempre presente isto: o mais importante na vida é Jesus Cristo!

 

publicado por Theosfera às 04:14

Hoje, 04 de Agosto (18º Domingo do Tempo Comum), é dia de S. João Maria Vianey (St. Cura d'Ars), Sto. Aristarco, Sto. Eleutério de Társia, S. Gonçalo e S. Rúben Estilita.

Um santo e abençoado dia para todos!

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Sexta-feira, 02 de Agosto de 2019

Hoje, 02 de Agosto, é dia de Nossa Senhora da Porciúncula, Sto. Eusébio de Vercelas, S. Pedro Juliano Eymard, S. João de Rieti, Sta. Joana de Aza, S. Pedro Fabro e Sto. Augusto Czartoryski.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 00:00

Quinta-feira, 01 de Agosto de 2019

Hoje, 01 de Agosto, é dia de Sto. Afonso Maria de Ligório e S. Félix de Gerona.

Um santo e abençoado dia para todos!

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Quarta-feira, 31 de Julho de 2019

Hoje, 31 de Julho, é dia de Sto. Inácio de Loiola (fundador da Companhia de Jesus) e S. Germano.

Um santo e abençoado dia para todos!

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Terça-feira, 30 de Julho de 2019

Hoje, 30 de Julho, é dia de S. Pedro Crisólogo, Sta. Julita, S. Justino de Jacobis, S. Cláudio Correa e S. Frederico Rubio.

Um santo e abençoado dia para todos!

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Segunda-feira, 29 de Julho de 2019

Hoje, 29 de Julho, é dia de Sta. Marta, S. Lázaro e Sto. Olavo.

Refira-se que Sta. Marta é invocada como padroeira dos estalajadeiros, hoteleiros, lavadeiras e cozinheiras.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 00:00

Domingo, 28 de Julho de 2019

Eu Te bendigo, Senhor
com a fragilidade do meu ser
e a debilidade das minhas palavras,
por tantas maravilhas e por tanto amor que semeias no coração de cada homem.



Eu Te bendigo, Senhor
pela simplicidade da Tua presença
e pelo despojamento do Teu estar.



Obrigado é pouco para agradecer,
mas é tudo o que temos para Te bendizer.



Obrigado, pois,
por seres Pão e Paz,
na Missa que celebramos
e na Missão a que nos entregamos.



Obrigado por seres Pão e Paz
num mundo dilacerado pela fome e martirizado pela guerra.



Fome de Ti sempre!
Fome de Pão nunca!



Que o pão nunca falte nas mesas
e que a paz nunca se extinga nos corações.



Que jamais esqueçamos, por isso,
que a Eucaristia nunca termina.



Que possamos compreender que o "ide em paz"
não é despedida, mas envio.



Queremos trazer-Te connosco,
queremos ser sacrários vivos onde todos Te possam encontrar e reconhecer.



Obrigado, Senhor,
por seres Pão e Paz.



Obrigado por nunca faltares à Tua promessa.
Prometeste ficar connosco e connosco estás.

Sacia a nossa sede de verdade e de justiça.

Pedimos-Te pelos mais pequenos, pelos mais pobres e pelos mais desfavorecidos,
pelos mais sacrificados e por aqueles a quem exigem sempre mais sacrifícios.


Ensina-nos, Senhor,
a sermos mais humanos e fraternos.



Que com Maria, Tua e nossa Mãe,
aprendamos a ser Eucaristia para o mundo.



Obrigado, Senhor, por vires sempre connosco.
Leva-nos sempre conTigo,
Conduz-nos sempre para Ti,
para Ti que és a Paz,
JESUS!

publicado por Theosfera às 11:17

A. Orar sim, mas não de qualquer maneira



  1.  Hoje, os textos sagrados falam-nos de uma coisa que fazemos pouco e, às vezes, mal: orar. De facto, não oramos muito e raramente oramos bem. Daí que, depois de — no passado Domingo — termos sido catequizados sobre a prioridade da oração, eis que, neste Domingo, somos instruídos acerca do modo de orar.

Jesus é também o mestre da oração e o modelo do orante. Este texto, a abrir o capítulo 11 do Evangelho de São Lucas, apresenta-nos «Jesus em oração» (Lc 11, 1). A oração de Jesus mexeu de tal maneira com os Seus discípulos que um deles Lhe pediu para os ensinar a orar: «Senhor, ensina-nos a orar» (Lc 11, 1).



  1. O primeiro passo tem de ser este: aprender a orar pedindo a Jesus que nos ensine a orar. De resto, São Paulo põe-nos de sobreaviso ao dizer que não sabemos orar como convém (cf. Rom 8, 26). O nosso problema é orar à nossa maneira. O nosso mal é orar de forma intermitente. A nossa deficiência é ficar pela oração de petição e descurar a oração de louvor e de disponibilidade.

Por conseguinte, antes de rezar, aprendamos a orar. Desde logo, temos de perceber que seguir Jesus é também — e bastante — seguir a Sua oração. Não é possível seguir Jesus sem seguir a Sua oração. Não é possível seguir Jesus sem começar por ser orante. O seguimento de Jesus consiste, acima de tudo, na intimidade com Jesus. É pela oração que essa intimidade cresce.

 

B. A intimidade com Jesus é intimidade com o Pai



  1. Na Sua instrução, Jesus começa por nos ensinar a tratar a Deus por Pai: «Quando orardes, dizei: “Pai”» (Lc 11, 2). Isto significa que, ao entrar na intimidade com Jesus, entramos igualmente na Sua intimidade com o Pai. É a oração que nos desperta para a realidade do Baptismo. Na oração, (re)tomamos consciência de que somos filhos do mesmo Pai e, por extensão, de que somos irmãos uns dos outros.

A oração é, pois, um precioso estímulo para reforçar a consciência da fraternidade. Orar cria um ambiente de intimidade que, no entanto, vai muito além do mero intimismo. Ao tratar Deus por Pai, cada um de nós apercebe-se de que são muitos os que fazem o mesmo. Somos todos irmãos porque somos todos filhos. Porque nos ama, é o Pai que nos irmana. É o Pai que faz de nós um povo de filhos, um povo de irmãos.



  1. Por aqui se vê que os problemas da nossa humanidade radicam na falta de uma consciência de que somos filhos do mesmo Pai. A nossa crise é sobretudo espiritual. Se houver mais oração, haverá mais abertura. Se nos abrirmos ao mesmo Pai, abrir-nos-emos aos nossos irmãos, também eles filhos deste mesmo Pai.

Entremos, então, na Escola Orante de Jesus. Oremos não só a Jesus, mas disponhamo-nos a orar com Jesus e em Jesus. No fundo, deixemos que Jesus — e o Seu Espírito — orem em nós.

 

C. A escola de oração é (sempre) uma escola de fraternidade



  1. Deste modo, tratar Deus por Pai implica sair do individualismo que nos aliena, esmaga e esgana. Tratar Deus por Pai significa superar as divisões e destruir as barreiras que nos impedem de amar e de sermos solidários.

No fundo, Jesus convida-nos a assumirmos, na nossa relação com Deus, a atitude de uma criança que, com simplicidade, se entrega confiadamente nas mãos do pai. Jesus desafia-nos a acolher a proposta de intimidade que a relação entre pai e filho implica. E, como corolário, Jesus propõe a cada um de nós que nos assumamos como irmãos formando uma verdadeira família, unida à volta do Pai.



  1. Notamos, entretanto, que a oração também tem um tema. Na perspectiva de Jesus, a oração deve, sobretudo, centrar-se na vinda do Reino, ou seja, no nascimento do mundo novo que Deus quer oferecer. A «santificação do nome» expressa o desejo de que Deus seja reconhecido como salvador de todos os povos.

É importante que todos os homens reconheçam a justiça e a bondade do projecto de Deus para o mundo. A referência à «vinda do Reino» exprime o desejo de que este mundo novo se torne uma realidade definitivamente presente na vida dos homens.


D. O orante tem de ser persistente, mesmo que pareça inoportuno



  1. O pedido do «pão de cada dia» verbaliza o desejo de que Deus não cesse de nos alimentar com a Sua vida. Este alimento surge na forma do pão material e na forma do pão espiritual. No fundo, com este pedido formalizamos o reconhecimento de que tudo se deve a Deus, de que tudo é dom de Deus.

A referência ao «perdão dos pecados» pede que a misericórdia de Deus supere a nossa infidelidade tornando-nos mais compreensivos para com as falhas dos nossos irmãos. O pedido para que não caiamos em «tentação» é um alerta para que, com a ajuda de Deus, não nos deixemos seduzir pelas felicidades ilusórias. E, hoje em dia, somos tão facilmente seduzidos pelo assédio das ilusões.



  1. Seguem-se duas parábolas, cheias de significado. A primeira (cf. Lc 11, 5-8) compara o orante a um «amigo inoportuno», que, mesmo a desoras, pede o que precisa. O que Jesus pretende dizer é que Deus escuta e atende aqueles que se Lhe dirigem. Ninguém fica sem resposta. Na oração, o importante é persistir, nunca desistir e sempre confiar.

A segunda parábola (cf. Lc 11, 9-13) constitui precisamente um convite à confiança em Deus: Ele conhece-nos bem e sabe do que necessitamos. Em todos os momentos, Ele derramará sobre nós o Espírito, que nos permitirá encarar a vida com a força de Deus.

 


E. A vontade de Deus pode não ser fácil, mas é a melhor



  1. Façamos, por isso, como Jesus diz. Peçamos, procuremos e batamos à porta (cf. Lc 11, 9). «Todo aquele que pede recebe, quem procura encontra e ao que bate à porta abrir-se-á» (Lc 11, 10). Podemos não receber imediatamente o que pedimos, mas receberemos sempre o que é melhor para nós: o Espírito Santo (cf. Lc 11, 13). Afinal, orar é também criar uma disponibilidade para acolher o que Deus nos quer oferecer.

Não é mal pedir. Jesus também pediu. Mas o que importa, como Jesus nos mostra, é acolher a vontade de Deus. Jesus também pediu ao Pai para que O afastasse da Cruz. No entanto, ressalvou logo que se fizesse não o que Ele queria, mas o que o Pai pretendia (cf. Lc 22, 42). Uma coisa é certa: a vontade de Deus nem sempre é fácil para cada um, mas é sempre o melhor para todos.



  1. A oração insere-nos na vida nova, aberta pelo Baptismo. Somos outros a partir do Baptismo. Já não somos nós; é Cristo em nós: a nossa vida passa a ser uma «cristovida». O Baptismo, como anota São Paulo, sepulta-nos com Cristo e faz-nos ressuscitar com Cristo (cf. Col 2, 12). Assim sendo, até a nossa oração deve ser a oração de Cristo.

Esta oração já está, de certo modo, prefigurada no episódio narrado na Primeira Leitura. O mundo actual, aos olhos de muitos, assemelha-se a Sodoma e a Gomorra. Parece que está tudo perdido. É preciso fazer como Abraão. É preciso persistir. Persistir na oração é, no fundo, persistir na esperança. As pessoas justas podem estar em minoria, mas essa minoria pode mudar o mundo. Não tenhamos medo de estar em minoria. Deus consegue mais que todas as maiorias. Ele só quer as nossas mãos, os nossos pés, os nossos lábios e o nosso coração. Afinal, Deus quer o nosso pouco para fazer muito. Connosco, Ele quer tornar diferente a vida de toda a gente!

publicado por Theosfera às 05:27

Hoje, 28 de Julho (17º Domingo do Tempo Comum), é dia de S. Celso, S. Nazário, S. Vítor I, S. Pedro Poveda Castroverde e Sta. Maria Teresa Kolawska.

Tendo em conta que o ciclo do Tempo Comum tem 34 semanas, isto significa que neste 17º Domingo atingimos o meio desse ciclo.

Refira-se que S. Vítor I foi o responsável por colocar a Páscoa no Domingo após a Lua Cheia da Primavera, contra a opinião das chamadas «Igrejas catorzimais», que defendiam o dia estrito correspondente ao 14 de Nisan. Também terá sido o primeiro escritor cristão a usar o Latim. Antes, o Grego era a língua oficial da Igreja.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 00:00

Sábado, 27 de Julho de 2019

Hoje, 27 de Julho, é dia de S. Pantaleão. Sta. Maria Madalena Martinengo e S. Tito Bradsma.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 00:00

Quinta-feira, 25 de Julho de 2019

Hoje, 25 de Julho (faltam apenas cinco meses para o Natal), é dia de S. Tiago e S. Cristóvão.

O nome Tiago resulta de uma evolução do hebraico Jacob, que tem como equivalentes Jacques, James, Jácome, Jaume e Jaime. No ocidente da Península Ibérica, começou a ser conhecido como Iago. Daí Sant'Iago, Santiago e S. Tiago. Foi o primeiro dos Doze a receber o martírio.

Cristóvão (ou Cristófero) significa «aquele que transporta Cristo». Este santo é padroeiro dos archeiros, dos que fazem fretes, dos carregadores dos mercados, dos pisoeiros, dos negociantes de frutas, dos automobilistas; é invocado contra a morte súbita, as tempestades, o granizo, as dores de dentes e a impenitência final.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 00:00

Quarta-feira, 24 de Julho de 2019

Hoje, 24 de Julho, é dia de Sta. Cristina Admirável, Sta. Luísa de Sabóia, S. João Soreth, S. Sarbélio Makhluf, Sta. Maria Mercês, Sta. Teresa, Sta. Maria Pilar, Santa Kinga e Sta. Maria Ângeles.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 00:00

Terça-feira, 23 de Julho de 2019

Hoje, 23 de Julho, é dia de Sta. Brígida (Padroeira da Europa), Sto. Apolinário, Sta. Cunegundes e S. Nicéforo e seus Companheiros mártires.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 15:50

Segunda-feira, 22 de Julho de 2019

Hoje, 22 de Julho (Aniversário da Dedicação do Santuário de Nossa Senhora dos Remédios), é dia de Sta. Maria Madalena e Sto. Agostinho Fangi.

Refira-se que Sta. Maria Madalena é invocada como padroeira dos vendedores de perfumes, dos surradores de peles finas, dos luveiros e dos arrependidos.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 00:00

Domingo, 21 de Julho de 2019

Na vida, há chegadas e há partidas,

há começos e recomeços.

 

Neste tempo de férias, Senhor,

nós não Te vamos deixar,

até porque Tu também nunca nos deixas.

 

Queremos que estas sejam férias com Deus e não férias de Deus.

Queremos escutar, ainda mais, a Tua voz

e sentir sempre a Tua presença.

 

Na Palavra, na Oração e sobretudo na Santa Missa,

nós queremos continuar sempre conTigo,

pois sabemos e sentimos que Tu estás sempre connosco.

 

Vem, Senhor, connosco.

Acompanha os nossos passos.

Liberta-nos da pior doença: o egoísmo.

Cura-nos com a mais preciosa vitamina:

a vitamina C, a vitamina Cristo!

 

Nossa Senhora dos Remédios,

o Teu santuário não é só neste monte.

O Teu santuário será também o nosso coração.

 

Onde Tu estiveres, nós estaremos.

Onde nós estivermos, também Tu estarás.

 

Toma conta da nossa vida.

E dá-nos sempre o Teu querido Filho:

Jesus!

publicado por Theosfera às 11:00

Sábado, 20 de Julho de 2019

Hoje, 20 de Julho, é dia de Sto. Apolinário, Sto. Elias, Sta. Margarida, Sto. Aurélio e Sta. Vilgeforte ou Liberata ou Comba.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 00:00

Sexta-feira, 19 de Julho de 2019

Hoje, 19 de Julho, é dia de Nossa Senhora da Divina Graça, Sta. Justa. Sta. Rufina, Sto. Arsénio e Sta. Áurea.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 00:00

Quinta-feira, 18 de Julho de 2019

Hoje, 18 de Julho, é dia do Bem-Aventurado D. Frei Bartolomeu dos Mártires e de S. Frederico.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 00:00

Quarta-feira, 17 de Julho de 2019

Hoje, 17 de Julho, é dia do Bem-Aventurado Inácio Azevedo e seus companheiros mártires, Sta. Teresa de Sto. Agostinho e suas companheiras mártires e Sto. Aleixo.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 00:00

Terça-feira, 16 de Julho de 2019

Hoje, 16 de Julho, é dia de Nossa Senhora do Carmo, S. Sisenando, Sta. Madalena Alberici, S. Cláudio e S. Lázaro.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 00:00

Segunda-feira, 15 de Julho de 2019

Hoje, 15 de Julho, é dia de S. Boaventura e Sta. Ana Maria.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 00:00

Domingo, 14 de Julho de 2019

Neste tempo de férias,

pensamos, Senhor, naqueles que estão a repousar

e lembramos aqueles que não podem sequer descansar.

 

Neste tempo de contrastes,

pensamos naqueles que estão a trabalhar

e lembramos aqueles que nem sequer conseguem encontrar trabalho,

nem pão, nem casa.

 

Tu, Senhor, queres o nosso descanso.

Tu, Senhor, és o nosso descanso.

 

Como há dois mil anos,

Tu convida-nos a descansar,

a descansar conTigo,

a descansar em Ti.

 

Tu fazes-nos descansar quando nos ensinas.

Tu fazes-nos descansar quando nos acompanhas.

Tu fazes-nos descansar quando nos envolves com a Tua compaixão,

com o Teu amor, com a Tua infinita paz.

 

Fica connosco, Senhor,

como ficaste com os Teus discípulos quando a barca parecia afundar-se na tempestade.

 

Dá-nos luz para vermos que só Tu és a vida, a paz e tranquilidade

mesmo que tudo ameace ruína.

 

Ensina-nos, Senhor, a perdoar e a pedir perdão,

a amar e a sermos amados,

a louvarmos as virtudes e a sermos tolerantes com os defeitos e os limites.

 

Fica connosco, Senhor.

Sê Tu mesmo o nosso confidente,

a nossa praia e o nosso passeio dominical,

o nosso travesseiro e o nosso sonhar.

Sê Tu mesmo, hoje e sempre,

o nosso amanhecer e o nosso acordar.

 

Queremos viver em Ti.

Queremos amar em Ti,

sorrir para Ti, chorar conTigo.

 

Queremos ir sempre ao Teu encontro,

toda a vida, hora a hora,

até que, um dia, Tu nos chames

e nos convides a repousar definitivamente

e a permanecer em Ti para sempre,

JESUS!

publicado por Theosfera às 11:11

A. O mundo só muda com aqueles que fazem



  1. O mundo avança com aqueles que sabem, mas só muda com aqueles que fazem. O saber é fundamental, mas não basta. Determinante é o saber que não se limita a saber. O saber que importa, o saber que verdadeiramente conta é o saber que age, é o saber que intervém, é o saber que muda.

Acção sem conhecimento é perigosa, conhecimento sem acção é inútil. Deste modo, é imperioso saber o que se faz e é urgente fazer o que se sabe.



  1. Neste Domingo, encontramos alguém — um doutor da Lei — que coloca a Jesus a questão do «fazer». Ele não pergunta pelo que deve «saber», mas pelo que deve «fazer»: «Mestre, que hei-de fazer para ter a vida eterna como herança?» (Lc 10, 25).

É que saber, já aquele homem sabia. Quando Jesus lhe pergunta pelo que está escrito na Lei, ele tem uma resposta pronta: «Amarás o Senhor teu Deus com todo o teu coração, com toda a tua alma, com todas as tuas forças e com toda a tua mente, e ao teu próximo como a ti mesmo» (Lc 10, 27).


B. Jesus manda fazer



  1. Jesus diz que a resposta está certa. Ou seja, aquele homem sabia. Que lhe faltava então? Faltava-lhe fazer, faltava-lhe fazer o que sabia. Esta, aliás, é uma situação que se mantém. Continua a haver uma persistente fricção entre o saber e o fazer. Quem não sabe o que Deus quer?

O que Deus quer é o amor, é que amemos. Se Deus é amor (cf. 1Jo 4, 8.16), como é que poderia ser de outra maneira? O problema é que a experiência mostra que a nossa vida decorre — quase sempre — de outra maneira, isto é, longe do amor.



  1. Muitas são as vezes em que tiramos Deus do amor e tiramos o amor de Deus. Era bom que tivéssemos presente que não é possível viver Deus sem amor e é inteiramente impossível viver o amor sem Deus. Sem amor não há Deus e sem Deus não há amor. Mas não é Deus que tem de ser visto a partir do nosso amor; o nosso amor é que tem de ser visto — e vivido — a partir de Deus.

O amor humano não é a medida do amor divino, o amor divino é que há-de ser a medida do amor humano. É o amor divino que cria o amor humano. É, pois, o amor de Deus que há-de melhorar o amor pelo ser humano. Quanto mais amarmos em Deus, tanto melhor amaremos os nossos irmãos.


C. É preciso amar a Deus para amar o próximo



  1. A falta de amor é a grande doença da humanidade. O amor é uma palavra que muito se ouve, mas uma realidade que pouco se vê. Há muito amor nos lábios, mas há (muito) pouco amor na vida. Como entender que haja tanta gente a passar do amor para o ódio ou para a indiferença?

É preciso ter presente, antes de mais, que o amor não é só para sentir. O amor não é só — nem principalmente — sentimento. O amor é uma vivência englobante: envolve o sentimento e também o entendimento e a vontade. Ou seja, o amor é invasivo: invade a vida toda.



  1. Só deixa de amar quem deixa Deus, que é amor. Se queremos amar as pessoas, comecemos por amar Deus, comecemos por deixar que Deus nos ame.

Ao contrário do que parece, quando pomos as pessoas no centro, não estamos a ajudar as pessoas. Só ajudamos verdadeiramente as pessoas quando pomos Deus no centro. Não esqueçamos que a máxima que diz que «o homem é a medida de todas as coisas» é uma máxima pré-cristã e não-cristã. O centro de tudo está em Deus e é a partir de Deus que tudo faz sentido.


D. Uma parábola muito conhecida, mas não muito vivida



  1. Não espanta, por conseguinte, que Jesus tenha dito ao homem que o abordou para «fazer assim» (Lc 10, 28). O que Jesus diz — a ele e a cada um de nós — é que a prioridade é amar: amar a Deus e amar o próximo a partir de Deus. E dá um exemplo, luminoso e muito interpelante.

A parábola do bom samaritano é sobejamente conhecida, mas não suficientemente vivida. O que esta parábola nos mostra é que o amor não é facultativo nem pode ser selectivo. O amor é imperativo e tem de ser universal. O amor nunca é excludente nem limitado. O amor é para todos e para sempre.



  1. Esta parábola mostra que nem sempre quem está perto está próximo. Os primeiros a passar por este homem que tinha sido assaltado eram peritos no amor a Deus. O sacerdote e o levita tinham Deus nos lábios, mas mostraram que não tinham Deus na vida. Reconheciam a presença de Deus no templo, mas não eram capazes de reconhecer a presença de Deus no tempo. Eles ilustram a atitude daqueles que só dão pela presença de Deus quando sobem as escadas que dão da rua para a igreja, mas esquecem-se de Deus quando descem as escadas que dão da igreja para a rua.

É preciso lembrar que Deus também está lá fora. É fundamental recordar que Deus também está na rua. Como é possível que aqueles que lembram Deus cá dentro se esqueçam de Deus lá fora? O amor a Deus não pode ser eventual. O amor a Deus tem de ser total. O amor a Deus tem de ser instante, tem de ser constante.


E. É preciso «samaritanizar»



  1. Deus está à nossa espera no irmão sofredor, no velhinho esquecido, abandonado em sua casa. Nesta época do ano, há quem leve a passear os animais que têm em casa. Não há mal nenhum nisso. Mas é raro ver alguém a passear com os mais idosos. E há muitos idosos que ainda estão em condições de sair e que até gostariam de desfrutar de um refrescante passeio de fim de tarde.

Enfim, precisamos de ser mais samaritanos. Precisamos de «samaritanizar» mais a nossa vida. Há muita frieza, mesmo nestes dias de calor. Precisamos de ser mais calorosos, mais atenciosos, mais dadivosos.



  1. Jesus põe o samaritano como exemplo. É também a cada um de nós que Jesus nos diz para fazer como ele: «Vai e faz o mesmo, tu também» (Lc 10, 37). Façamos, então, como o samaritano. Não olhemos para o outro como adversário nem como inimigo. Olhemos para o outro apenas — e sempre — como irmão. A fraternidade implica a proximidade. Não cavemos mais distâncias. Construamos pontes em vez de muros.

No fundo, Jesus é o grande samaritano. Como recorda São Paulo, Ele é a imagem de Deus (cf. Col 1, 15). Assim sendo, nós somos imagens da imagem que é Jesus. É Jesus que nos manda olhar para o samaritano. Ser samaritano é olhar fraternalmente para cada ser humano. «Samaritanizemo-nos», pois. E olhemos para as pessoas com os olhos de Jesus!

publicado por Theosfera às 04:37

Hoje, 14 de Julho (15º Domingo do Tempo Comum), é dia de S. Camilo de Léllis (protector dos doentes e padroeiro dos que deles cuidam), de S. Francisco Solano e de S. Bernardo de Sabóia.

Um santo e abençoado dia para todos!

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Sábado, 13 de Julho de 2019

Hoje, 13 de Julho, é dia de Sto. Henrique, Sta. Cunegundes e Sta. Angelina de Marsciano.

Um santo e abençoado dia para todos!

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Sexta-feira, 12 de Julho de 2019

Hoje, 12 de Julho, é dia de três santos com o mesmo nome: João. Assim, assinala-se, neste dia, a memória de S. João Gualberto, S. João Jones e S. João Wall.

Refira-se que a conversão de S. João Gualberto ocorreu em Sexta-feira Santa quando, finalmente, encontrara o assassino de um parente seu. Ele, armado com uma espada, preparava-se para a vingança após uma prolongada procura. O assassino pediu clemência e ouviu como resposta: «Não por ti, mas por Aquele que, num dia como este, derramou o Seu sangue por todos nós». Foi logo para um convento beneditino e mudou de vida.

Um santo e abençoado dia para todos!

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Quinta-feira, 11 de Julho de 2019

Hoje, 11 de Julho, é dia de S. Bento, Padroeiro da Europa, e de Sta. Olga.

Refira-se que S. Bento é invocado contra as tentações do demónio, contra a eripisela, as febres e as doenças dos rins.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 00:00

Quarta-feira, 10 de Julho de 2019

Hoje, 10 de Julho, é dia de Sta. Verónica Giuliani, Sta. Felicidade e seus Sete Filhos e S. Pacífico.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 00:00

Terça-feira, 09 de Julho de 2019

Hoje, 09 de Julho, é dia de Sta. Joana Scopelli, S. Nicolau Pick, S. Wilhaldi, S. João de Colónia, Nossa Senhora Mãe da Santa Esperança e Virgem Santa Maria, Rainha da Paz.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 00:00

Segunda-feira, 08 de Julho de 2019

Hoje, 08 de Julho, é dia de S. Grégório Grassi, S. Francisco Fogolla, Sto. António Fantosati e Mártires Abraamitas.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 00:00

Domingo, 07 de Julho de 2019

É tempo de agradecer.

É hora de louvar.

É o momento de fazer sentir a nossa gratidão.

 

Obrigado, Senhor,

por fazeres de nós a terra onde lanças a Tua semente.

 

Obrigado por acreditares em nós.

Apesar das nossas limitações e resistências,

Tu continuas a estar ao nosso lado

e a habitar na nossa vida.

 

Nós somos pequeninos.

Mas Tu, Senhor, apostas sempre no que é pequeno,

naquilo que quase nem se nota.

 

Obrigado, Senhor, por nos ensinares

que a grandeza é sempre humilde

e que a humildade é sempre grande.

 

Semeia em nós, Senhor,

a Tua semente e o Teu grão de mostarda.

 

Que nós sejamos terra arável, terra fecunda.

Que não sejamos nós, mas que deixemos ser Tu em nós.

 

Transforma o nosso ser.

Sê Tu a vida da nossa vida,

o tempo para o nosso tempo,

o horizonte do nosso caminhar pelo tempo!

 

Ajuda-nos a crescer na escuta da Tua palavra.

Dá-nos a força da serenidade,

a simplicidade da confiança

e a energia da paz.

 

Que nós nunca deixemos de Te procurar

e de convidar outros para esta procura,

sabendo e sentido

que na procura já existe encontro

e que cada encontro é convite para nova procura.

 

Obrigado, Senhor, por tanto.

Obrigado, Senhor, por tudo.

Obrigado pelo pão.

Obrigado pelo amor.

Obrigado por seres quem és,

JESUS!

publicado por Theosfera às 11:21

A. Na missão a iniciativa é (sempre) de Cristo



  1. Acabamos de ouvir um texto que reconduz à sua natureza a vocação. Fica claro, por exemplo, que ser padre não é questão de candidatura, mas de chamamento. A iniciativa não é nossa, é de Cristo.

Não existe uma autarquia ministerial. Existe, sim, uma cristarquia vocacional. Ou seja, ninguém é padre porque quer, mas porque Cristo quer que alguém seja. Não é alguém que decide ser padre; é Cristo que decide que alguém seja padre. É Cristo que — através do Seu novo Corpo que é a Igreja — faz uma proposta e espera uma resposta.



  1. São várias as vezes em que o Evangelho refere que Jesus chamou e enviou em missão. O texto que escutámos diz que Jesus «designou setenta e dois discípulos» (Lc 10, 1). Não restam, portanto, quaisquer dúvidas. A iniciativa é de Jesus, não dos discípulos. De resto, se assim não fosse, ficaria em causa o conceito de discípulo. Discípulo é o que segue o Mestre, é o que faz o que diz o Mestre.

Curiosamente, já no Antigo Testamento sobejam várias expressões desta livre — e sumamente libertadora — dependência. O profeta Isaías, escutando o chamamento, põe-se à disposição de Deus: «Eis-me aqui, Senhor; podeis enviar-me» (Is 6, 8).


B. Não é o discípulo que escolhe o Mestre; o Mestre é que escolhe o discípulo



  1. Ninguém é discípulo porque quer ou para fazer o que quer. O discípulo existe porque Deus quer e para fazer o que Deus quer. É por isso que, às vezes, Deus contraria as pretensões dos discípulos. Basta olhar para o pedido que, através de sua mãe, Tiago e João fizeram a Jesus (cf. Mt 20, 20-23). Jesus recusa o que eles querem (o poder) e propõe-lhes o que Ele pretende (o serviço).

Só assim se compreende que a Igreja seja de Jesus. Pertencer à Igreja significa pertencer a Jesus. Fazer parte da Igreja significa fazer parte do novo Corpo de Jesus (cf. 1Cor 12).



  1. Não é o discípulo que escolhe o Mestre; é o Mestre que escolhe os discípulos. Uma vez mais, Jesus tornou tudo muito claro: «Não fostes vós que Me escolhestes; fui Eu que vos escolhi e vos destinei» (Jo 15, 16).

A relação entre o Mestre e o discípulo não é meramente funcional. Trata-se de uma relação verdadeiramente simbiótica. O discípulo não é apenas aquele que faz o que o Mestre manda. O discípulo é aquele que vive a vida do Mestre. O discípulo é aquele que procura ser como o Mestre (cf. Lc 6, 40). O discípulo é o que ama como o Mestre; é o que serve como o Mestre; é o que está disposto a morrer como o Mestre, com o Mestre e pelo Mestre.


C. Porquê 72 discípulos? E porquê dois a dois?



  1. O número 72 não está aqui por acaso. Note-se que, segundo a tabela do Livro do Génesis 10, o número de povos era 72. Assim sendo, a mensagem subliminar de Jesus é que a Sua vontade é chegar a todos os povos. Daí o sinal de um discípulo por cada povo.

Depois de ressuscitar, Jesus deixa bem vincada a universalidade da missão: «Ide por todo o mundo» (Mt 28, 19). É por isso que Jesus, comparando o mundo a uma seara, afirme que os trabalhadores são poucos (cf. Lc 10, 2).



  1. Neste caso, porquê a necessidade de pedir ao «Dono da seara que mande trabalhadores para a Sua seara» (Lc 10, 2)? Precisamente para que cada um veja a realidade e mostre disponibilidade para ser enviado se for essa a vontade do «Dono da seara».

Uma vez mais, fica bem claro que é ao «Dono da seara» que cabe mandar trabalhadores para a «seara». Não é a nós que cabe decidir quem vai trabalhar na «seara»; é a Deus: só a Deus, sempre a Deus.


D. Os obstáculos na missão



  1. E porque é que enviou os discípulos dois a dois? São Gregório Magno dá uma explicação muito expressiva. Segundo ele, Jesus enviou os Seus discípulos dois a dois por que «dois são os mandamentos, a saber, o amor de Deus e o amor do próximo». Jesus manda os discípulos em missão dois a dois para nos dizer que «quem não tiver amor para com os outros, de modo algum deve assumir o ofício da pregação». De facto, sem amor, não pode haver missão. Afinal, quem não ama o irmão que vê, como pode amar a Deus que não vê? (cf. 1Jo 4, 20)?

No plano simbólico, encontramos nesta entrada do capítulo 10 de São Lucas uma poderosa afirmação da universalidade e do conteúdo da missão. A missão em nome de Cristo é para chegar a toda a gente. E, junto de toda a gente, é para levar o amor a Deus e o amor ao próximo.



  1. De seguida, Jesus previne-nos acerca das dificuldades da missão. Ninguém esteja à espera de aplausos. Se houver muitos aplausos, é sinal de que talvez a missão não esteja a seguir os critérios de Jesus. Jesus faz questão de notar que os discípulos são enviados «como cordeiros para o meio de lobos» (Lc 10, 3). Ou seja, temos de contar com a hostilidade do mundo.

Aparece, depois, a exigência da pobreza e da simplicidade: os discípulos não devem levar consigo nem bolsa, nem alforge, nem sandálias (cf. Lc 10, 4). A força da missão não reside nos meios materiais, mas no testemunho. Por sua vez, a indicação de não saudar ninguém pelo caminho (cf. Lc 10, 4) indica a urgência da missão. O apelo a não andar de casa em casa (cf. Lc 10, 7) sugere que a preocupação fundamental dos discípulos deve ser a dedicação total à missão, sem procurar condições de conforto.


E. O discípulo não trabalha; deixa Cristo trabalhar nele



  1. No anúncio, os discípulos devem começar por anunciar «a paz» (cf. Lc 10, 5-6). É o anúncio de um mundo novo de fraternidade, de harmonia, de bem-estar, de felicidade. No fundo, é tudo aquilo que está incluído na palavra hebraica «shalom».

Sintomaticamente, Jesus usa palavras muito severas para quem rejeitar a mensagem e os seus mensageiros (cf. Lc 10, 11-12). É uma forma de dizer que a rejeição do Evangelho traz consequências negativas para a nossa vida.





  1. Os discípulos partiram e voltaram. Partiram com determinação e voltaram «cheios de alegria» (Lc 10, 17). Levar Jesus em cada dia é levar a maior alegria.

No entanto e apesar do êxito da missão, Jesus põe os discípulos de sobreaviso. O êxito da missão não se deve aos discípulos, deve-se a Cristo que vai com os Seus discípulos.

Não hesitemos, pois. Ponhamo-nos à disposição de Cristo. Mais do que trabalhar, deixemos que Cristo trabalhe em nós. Sejamos o Seu eco, a Sua voz. É a Sua presença que, na vida, faz toda a diferença!

publicado por Theosfera às 05:06

Hoje, 07 de Julho (14º Domingo do Tempo Comum), é dia de S. Diogo de Carvalho, S. Rogério Dickenson, S. Raul Milner e Sta. Maria Romero.

Um santo e abençoado dia para todos!

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Sábado, 06 de Julho de 2019

Hoje, 06 de Julho, é dia de Sta. Maria Goretti, Sto. Isaías, Sta. Maria Teresa Ledochovska, Sta. Inácia Mesa e Sta. Rosalina.

Um santo e abençoado dia para todos!

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Sexta-feira, 05 de Julho de 2019

Hoje, 05 de Julho, é dia de Sto. António Maria Zacarias e Sta. Godoleva, invocada para as doenças da garganta e para a amigdalite.

Um santo e abençoado dia para todos!

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Quinta-feira, 04 de Julho de 2019

Hoje, 04 de Julho, é dia de Sta. Isabel de Portugal, Santos Mártires de Iorque e S. Pedro Jorge Frassati.

Um santo e abençoado dia para todos!

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Quarta-feira, 03 de Julho de 2019

Hoje, 03 de Julho, é dia de S. Tomé e Sto. Anatólio de Laodiceia.

Um santo e abençoado dia para todos!

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