O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sexta-feira, 14 de Abril de 2017

Nem sempre a morte elimina a vida e há uma vida que ilumina a morte.

Quem ouve os primeiros cristãos fica com a impressão de que Jesus não morreu; viveu a morte.

É por isso que, ao situarem o nascimento de Jesus no horizonte da Sua morte, situam-no sobretudo no horizonte da vivência da nossa morte.

Para Santo Agostinho, como para tantos outros, Jesus nasce para morrer. Isto é, para viver a nossa morte.

É que, «se não tomasse da nossa natureza a carne mortal, não tinha possibilidade de morrer por nós». Ou seja, não tinha possibilidade de «dar vida aos mortais».

Tudo somado, mais do que morrer, Jesus participa da nossa morte.

Porquê? Porque, «participando da nossa morte, torna-nos participantes da Sua vida».

Enfim, Jesus muda tudo. Ele vai ao ponto de nos «vitalizar» na própria morte!

 

publicado por Theosfera às 06:43

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