O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Terça-feira, 01 de Agosto de 2017
  1. A maioria da população continua a declarar-se cristã.

Só que a condição cristã não é determinada pelo modo como as pessoas se declaram, mas pelo modo como as pessoas vivem.

 

  1. Com base no ensinamento de Cristo (cf. Mt 7, 21), fica claro que ser cristão não é uma questão de dizer, mas de viver.

O critério não somos nós. O critério é Cristo e a Igreja de Cristo.

 

  1. É cristão quem quer e qualquer. Mas não do modo como cada um quer.

Cristão é quem se identifica com Cristo e se compromete com a Igreja de Cristo.

 

  1. Acontece que há pessoas cujo critério são elas próprias e não Cristo. Nem a Igreja de Cristo.

Basta olhar para o que se passa com os sacramentos.

 

  1. Enquanto celebração da fé, os sacramentos pressupõem um conhecimento e uma vivência da mesma fé.

É por isso que a Igreja propõe uma formação permanente e requer uma «vida consentânea com a fé».

 

  1. Como celebrar o que não se conhece e o que não se vive?

Esquece-se que todo o sacramento é um dom, não um direito. Deve, pois, ser acolhido não como cada um entende, mas como Cristo (presente na Sua Igreja) quer.

 

  1. Há quem, vivendo afastado da Igreja ou não levando uma «vida consentânea com a fé», pretenda ser padrinho de Baptismo.

Como é que pode ser testemunha da fé quem não dá testemunho da fé? E que condições tem para integrar na Igreja quem não está integrado na Igreja?

 

  1. Quanto à Eucaristia, nota-se que as pessoas comungam mais, embora se confessem (muito) menos.

Não temos presente que o mesmo Cristo, que nos convida a comer o Seu corpo (cf. 1Cor 11, 24), também nos exorta à conversão (cf. Mc 1, 15).

 

  1. Como podemos receber o Corpo de Cristo se não procuramos converter-nos a Cristo?

É sabido que nunca O receberemos dignamente (cf. Mt 8, 8). Mas não deveremos fazer tudo para O receber o menos indignamente possível (cf. 1Cor 11, 27)?

 

  1. No fundo, há cada vez mais cristãos em «autogestão». Entre eles, estão os cristãos «pós-católicos».

Não contestam a Igreja. Apenas vivem à margem dela ou, então, concebem-na à sua imagem: sem autoridade, sem normas e, quase, sem transcendência. Como ajudar a mudar os que julgam não precisar de mudança?

 

 

publicado por Theosfera às 10:23

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