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Quarta-feira, 22 de Setembro de 2010

Há na sociedade um problema político e um problema cívico. Ainda por cima interligados.

 

Sarkozy começou a recuperar a popularidade perdida. À custa de quê? Da expulsão de seres humanos do seu país.

 

No passado domingo, a ultracivilizada Suécia, conhecida pela sua proverbial moderação, elegeu um núcleo de deputados com tendência xenófoba e propensão racista.

 

Não deixa, aliás, de ser perturbador notar como países avançados (Áustria, Dinamarca, Alemanha, França e Reino Unido) estão a ficar povoados com ideologias(?) extremistas.

 

Dir-se-á que são as regras da democracia. As pessoas votam em quem entendem.

 

Trata-se, porém, de um sinal preocupante. As pessoas estão desencantadas. Não se revêem no que lhes mostram. E propendem para os extremos.

 

Que lugar existe para o diferente nas nossas instituições, nos nossos povos? Será que a rejeição irá substituir a integração? Que estamos a fazer da (aparentemente tão amada) tolerância?

 

Mas há sinais de mobilização em sinal contrário. Na mesma Suécia, houve uma manifestação de seis mil pessoas contra o racismo, dinamizada por uma jovem de 17 anos.

 

Urge acordar da sonolência cívica. Os cidadãos têm de intervir mais na política.

 

publicado por Theosfera às 11:46

De António a 22 de Setembro de 2010 às 13:03
Nicolas Paul Stéphane Sárközy de Nagy-Bocsa é de ascedência húngara. Em 1944, com a chegada das tropas soviéticas à Hungria, a família Sarkozy foi forçada ao exílio em vários países europeus até que se radicou definitivamente em França

Sarkozy disse que o abandono pelo pai moldou seu carácter actual: "O que me fez e o que sou agora foi a soma de todas as humilhações sofridas na infância."

A melhor forma que Sarkozy encontrou de reconhecer a protecção que em França recebeu como emigrante foi expulsar outros emigrantes.

Assim se define um carácter.

Sarkozy proclama-se católico mas o mundo não se divide em bons, consoante as suas ideologias.

Também Pinochet era católico e Salazar maçon...


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