O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Segunda-feira, 02 de Dezembro de 2013

A recessão pode ter terminado.

É voz oficial. Mas a verdade raramente é oficial.

Na realidade, estamos a ficar mais pobres.

Falta dinheiro. E, mais preocupante, faltam pessoas.

Portugal tem cada vez menos gente. O inverno demográfico já começou!

publicado por Theosfera às 09:32

Nem tudo vem em catadupa.

Hugo von Hofmannsthal entendia que «é necessário um momento especial para reconhecermos as diferenças entre nós e os outros».

E mais necessário é um momento (ainda) mais especial para aprendermos a respeitar essas diferenças.

Não é fácil. Que não seja impossível!

publicado por Theosfera às 09:28

Educar não é apenas acrescentar. Educar é, acima de tudo, transformar.

É por isso que, desde há muito, defendo a introdução da Irenologia em todos os graus de ensino.

A Educação para a Paz é vital, excruciante.

José Saramago tem razão: «A única revolução realmente digna de tal nome seria a revolução da paz, aquela que transformaria o homem treinado para a guerra em homem educado para a paz porque pela paz haveria sido educado. Essa, sim, seria a grande revolução mental, e portanto cultural, da Humanidade. Esse seria, finalmente, o tão falado homem novo»!

publicado por Theosfera às 09:23

O passado passa, mas acompanha-nos sempre. E até pode transfigurar-se.

Já dizia Noel Clarasó: «Um passado agitado é uma doce companhia na velhice».

Tudo se apazigua com o tempo. Porque é que muitas coisas não se hão-de apaziguar no próprio tempo?

publicado por Theosfera às 09:20

A polidez não é o máximo. A polidez é o mínimo sem o qual não se atinge nenhum máximo.

Mas quando falta esse mínimo, como pretender chegar ao máximo?

Uma pessoa pode ser competente, inteligente, eficaz, mas se não é polida nos seus modos, como pode ser admirada?

Schopenhauer já deu conta: «A polidez é para o homem o que o calor é para a cera».

É ela que derrete tanta obstinação e má criação. Sem a polidez chegaremos longe alguma vez?

publicado por Theosfera às 09:17

Tudo, ou quase tudo, é tão relativo.

O período áureo de Portugal foi, consabidamente, o dos Descobrimentos. E, no entanto, nem nessa altura os portugueses viviam tão bem como vivem hoje, em situação de crise.

Estamos mal, sem dúvida. Mas nunca estivemos tão bem.

Isto mostra que é possível reverter o ciclo negativo que nos afecta. Mas uma só via podemos trilhar: a da justiça.

Já fomos um país em vias de desenvolvimento. Hoje, parecemos ser um país em vias de subdesenvolvimento. Acima de tudo, porque não repartimos.

O que se fez neste fim-de-semana é um conforto e um sinal.

As pessoas são sensíveis e estão despertas. Os portugueses, mesmo num momento difícil, sabem olhar para o lado e não ficar de lado.

Muito se colheu nestes dias para aqueles que passam fome. O problema do nosso país não é de recursos. É de gestão dos recursos.

Deixem o povo fazer a sua parte. O povo faz muito e (quase sempre) faz bem!

publicado por Theosfera às 00:05

Queria lembrar aqui o senhor D. Américo do Couto Oliveira porque hoje, 2 de Dezembro, faz 15 anos que ele voltou para a Casa do Pai.

 

Foram quatro apenas os anos que esteve entre nós e a maior parte deles a enfrentar o assédio da doença.

 

É-lhe devida uma palavra de reconhecimento sobretudo pela sinceridade, pela dedicação, pela proximidade.

 

Não era diplomata, era autêntico, era ele ou, melhor, era Cristo nele. E isso é o essencial. É tudo.

 

O senhor D. Américo, na curta estada que teve em Lamego, remodelou o Paço sem onerar a diocese, lançou a Escola Diocesana de Ciências Religiosas e tinha como projectos redimensionar a Casa do Poço (transformando-o num centro pastoral) e criar uma Faculdade de Teologia em Lamego.

 

Não posso esquecer que, na doença de meu querido Pai, visitou-o por diversas vezes dando-me autorização para celebrar a Santa Missa junto do seu leito.

 

São coisas que nunca esquecem. O tempo pode ser escasso. Mas o rasto, esse, é imorredouro.

 

O senhor D. Américo do Couto Oliveira quase previu a morte.

 

Eu mesmo posso confirmar isso. Quando dele me fui despedir (antes da sua ida para exames numa clínica no Porto), fui surpreendido com uma afirmação feita com toda a naturalidade: «Olhe, eu vou mas não volto».

 

E começou a desfiar aquelas que eram as suas últimas vontades apontando para um envelope que terá sido entregue ao Vigário-Geral de então, Mons. António Russo.

 

Passados uns dias, estava eu a chegar da adoração da manhã, sou interceptado com um inopinado telefonema de Mons. Simão Morais, dando-me conta da infausta ocorrência.

 

Lembrei-me então de uma passagem de Os Lusíadas: «Coração pressago nunca mente».

publicado por Theosfera às 00:01

Hoje, 02 de Dezembro, é dia de Sta. Bibiana (invocada para as dores de cabeça e para a epilepsia), S. João Ruysbroeck e S. Rafael Chilinski.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 00:00

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