O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quarta-feira, 14 de Março de 2012
Na religião, pratica-se muito o bem. Mas a religião pode conduzir também ao mal.
Lucrécio entreviu este perigo, há séculos, quando escreveu: «Tantum Religio potuit suadere malorum»(a tantos males pôde a religião levar)!
Há que estar atento.
Ninguém tem o monopólio do bem nem o exclusivo do mal. Mas este ciranda por todos os espíritos.
Há que ser humilde e cauto. Permanentemente!
publicado por Theosfera às 11:18

Resistir à mudança ou pretender restaurar o que a mudança já alterou é não aceitar (ou não perceber) duas coisas fundamentais: que o tempo não pára e que a história caminha.
 
Nenhum hoje é sucedido por qualquer ontem.
 
Cada hoje desagua sempre num amanhã. Isto não significa menoscabar o passado. Pelo contrário, significa entrar no seu sulco.
 
Foi no passado que o futuro começou a germinar!
publicado por Theosfera às 10:24

Há coisas que estão de tal modo arreigadas que nem nos apercebemos da sua existência.
 
Por exemplo, quando queremos denominar profissionais dos dois sexos, usamos sempre o masculino. Inclusive se a maioria for composta por mulheres.
 
Numa escola, pode haver 20 professoras e um professor. Toda a gente se refere, genericamente, aos...«professores». Todos nós nos referimos aos nossos progenitores como sendo nossos...«pais».
 
Ao nosso país referimo-nos como sendo a nossa «pátria». É uma palavra feminina, mas com raiz masculina («pater»). Daí que Natália Correia falasse de «mátria».
 
Até Deus, que não é masculino nem feminino, é do género masculino em muitas línguas.
 
Não vale a pena insistir muito nisto. Mas é um sinal da masculinidade entranhada na nossa cultura!
publicado por Theosfera às 10:22

O povo diz que o futuro pertence a Deus.
 
Mas já houve quem advertisse que o passado também a Deus pertence. Sabem quem? Estaline, o líder soviético, paladino do ateísmo oficial.
 
Aliás, no encontro que teve com Churchill durante a segunda guerra mundial, invocou Deus para que o empreendimento em curso tivesse bom resultado.
 
Nesse encontro, de resto, Churchill, que era crente, parecia mais céptico que o incréu Estaline. Num relatório posterior, dizia: «Estou convencido de que, no fundo do coração, se é que tem um, Estaline...».
 
Ou seja, o insigne estadista britânico até punha em causa que Estaline tivesse coração!
publicado por Theosfera às 10:21

Até agora, a preocupação foi interpretar o mundo.
 
A partir de agora, é preciso também transformá-lo.
 
Eis um pensamento de Karl Marx que morreu, neste dia, em 1883.
 
Também propunha que de cada um fosse exigido segundo a sua capacidade e a cada um fosse dado segundo a sua necessidade.
 
Era bom que se reestudasse Marx pensador e filósofo.
 
Não sou marxista nem marxófilo, mas há alguma pertinência em muito do que ele afirmou e denunciou!
publicado por Theosfera às 10:20

Ela acha que a alegria é uma força revolucionária.
 
A filósofa brasileira Márcia Tiburi entende que a alegria é capaz de mudar a vida.
 
Também diz que a perda maior é a perda da paz, do afecto e da decência.
 
A sociedade pode ser uma prisão. Mas a própria pessoa pode ser também uma grade para si mesma.
 
O nosso maior mal é a ignorância. A corrupção costuma chafurdar nela. À vontade!
publicado por Theosfera às 10:18

Qual o dia mais belo? - perguntava Madre Teresa.
 
E Madre Teresa respondia: «É hoje»!
publicado por Theosfera às 10:17

«Mesmo que falsa, a religião é um elemento necessário na vida de um povo».
 
Lacordaire disse o mesmo que, por outras palavras, viria a dizer Samuel Huntington.
publicado por Theosfera às 10:16

Às vezes, o desgaste consegue mais (fazer ou desfazer) que a persuasão.
 
Voltaire já o notara há séculos: «Aquilo que muitos consideram uma virtude, depois de 40 anos é simplesmente uma perda de energia».
publicado por Theosfera às 10:16

A vida é feita de narrativas. Mas há narrativas mitómanas, que servem mais para esconder do que para revelar.
 
Afinal, a saída do Secretário de Estado da Energia não terá sido por uma questão «pessoal e familiar».
 
A versão oficial é esta, mas a verdade real será outra. Ele pretendia pôr em causa as rendas excessivas no sector eléctrico.
 
Ter-se-á olvidado de que a EDP é muito poderosa?
 
A História testifica que a corda parte sempre pelo elo mais fraco. Mesmo que esteja sobrecarregado de razão!
publicado por Theosfera às 10:14

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