O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sexta-feira, 09 de Março de 2012
A pergunta a que importava responder, na questão dos feriados, era esta: alguém está seguro de que a sua supressão constitua um factor de incentivo à produtividade?
Atente-se que estamos a falar de quatro dias!
Eu penso que um pouco de sensatez não deixa dúvidas quanto à resposta.
O problema não estará no que se possa passar nestes dias, mas no que se passa nos outros dias.
Era escusado fazer uma avaliação avulsa do peso que cada feriado tem nas pessoas. Há feriados que dizem mais a uns do que a outros.
Os bispos portugueses terão sugerido a eliminação do 15 de Agosto. Dizem que o Vaticano sugere a eliminação do 1 de Novembro.
Dada a romagem aos cemitérios (já que o dia de fíéis defuntos é laboral), essa hipótese levanta dificuldades.
Já há, por isso, quem defenda uma solução similar à da suspensão dos subsídios na função pública. Ou seja, suspender-se-iam todos os feriados (talvez com a óbvia excepção do Natal) até que a austeridade passasse.
Outra possibilidade poderia ser propor que o sábado voltasse a ser (também transitoriamente) um dia de trabalho. Sempre se ganhariam mais 52 dias.
Mas nada disto toca o essencial.
Mais do que eliminar ou suspender feriados, o importante é intensificar a motivação para o trabalho e a qualidade da gestão!
publicado por Theosfera às 13:49

Pouco e muito. Este dia. Aparentemente, quase nada. Na verdade, praticamente tudo.
 
No marco da história e até no arco da vida, um dia é um simples grão de areia, imperceptível e, porventura, indetectável a médio e longo prazo.
 
Mas é este dia. É a maior oportunidade que a nossa vida teve. Até agora!
publicado por Theosfera às 10:33

A coisa mais fácil, diz Teresa de Calcutá, é enganar-se, é enganarmo-nos.
 
E onde mais este engano se verifica não é no âmbito da ciência; é na esfera das pessoas.
 
Mais espantoso ainda, são as pessoas mais conhecedoras e mais sérias que se enganam mais quanto às pessoas.
 
Como tendem a ver os outros com os seus olhos (que são puros), facilmente se deixam envolver numa imagem que não corresponde à realidade!
publicado por Theosfera às 10:31

Para Maquiavel, há duas maneiras de obter cargos (ele pensava nos eclesiásticos): pela virtude ou pela sorte. E, depois, conservam-se sem uma nem outra!
 
O autor de «O Príncipe» foi, inquestionavelmente, um sábio perscrutador da alma humana e das ambições que prosperam em muitas vidas!
publicado por Theosfera às 10:31

Paul Valéry escreveu: «Quem se apressa é porque compreendeu: não devemos demorar as coisas».
 
Só que, à vezes, a pressa é o que mais atrasa as coisas!
publicado por Theosfera às 10:30

Não existe (ainda não existe) anarquia nas instituições. Mas existe (e muita) anarquia nos sentimentos.
 
As pessoas estão desencantadas com as instituições e não se revêem nos líderes.
 
Um sintoma: anteontem, foi apresentada uma petição, com mais de 40 mil assinaturas, que visa a destituição do presidente da república!
 
Quem ouve os representantes dos dois principais partidos fica com a sensação de que dificilmente serão alternativa um ao outro.
 
Criticam-se com veemência mas (apesar de algumas «nuances») imitam-se com frequência.
 
O povo descrê.
 
Joaquim Aguiar anota que a sociedade é duplamente anarquista: não quer governo nem oposição!
publicado por Theosfera às 10:29

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