O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quarta-feira, 01 de Setembro de 2010

É muito perigosa a ideia, que tem vindo a difundir-se, em torno do suposto eclipse de Deus.

 

É sabido que, mesmo quando Se esconde, Ele não deixa de Se revelar, de estar presente.

 

O problema não é de Deus; é mais do testemunho acerca de Deus.

 

Por isso, diante dos desafios, o caminho mais adequado não será tanto a análise, o estudo. Será, acima de tudo, a resposta, o testemunho, a coerência.

 

Bruno Forte advertiu, já há anos, que o interlocutor do teólogo (e, por extensão, do crente) já não é o Homem ilustrado, mas o sofredor.

 

É por isso que a experiência de Deus será sempre a grande mais-valia. O santo é sempre mais convincente que o mestre. No fundo, o santo é o único mestre.

 

Deus continua na vida das pessoas e na história do mundo. Creio, por isso (e cada vez mais) na presença de Deus. Não no Seu eclipse.

publicado por Theosfera às 21:25

Praeis quer dizer manso. É uma palavra grega com afinidades com o hebraico anawim (pobres).

 

Anawim são, genuinamente, os pobres e os mansos (os pobres mansos e os mansos pobres) que colocam toda a sua esperança em Deus, que não se revoltam mesmo quando são injustiçados.

 

A sua confiança está em Deus. Só n'Ele. São pobres de seguranças humanas. Mas, por isso mesmo, sentem-se mais atraídos pela presença do Senhor.

 

Urge, assim, reaprender incessantemente esta mansidão. Temos de ser mansos com os outros. E connosco.

publicado por Theosfera às 21:22

Quem traiu Jesus não foi um estranho; foi um seguidor. Estranho, não?

 

Não olvidemos jamais: de fora vêm as interpelações, mas é de dentro que provêm, quase sempre, os problemas.

 

A humildade da revisão de vida faz sempre bem.

 

A Igreja tem um pacto firmado com a verdade, com a pessoa, com o amor.

 

Falhar num pólo é falhar em todos os pólos.

 

Quem cala ou procura colorir a verdade não é fiel.

 

Que estamos a fazer da verdade?

publicado por Theosfera às 21:20

O egoísmo é o pior vício da convivência humana. No limite, não se resigna a projectar o eu. Acaba também por atropelar o(os) outro(s).

 

Daí a propensão para o exibicionismo e para o controlo da vida alheia.

 

Em tempos de preocupação com a elegância, é fundamental apostar na decência.

publicado por Theosfera às 21:13

Não é só a ficção que ultrapassa a realidade. Às vezes, a realidade logra ultrapassar a ficção.

 

Não falta, aqui e ali, quem atribua aos outros o que os outros nem sonham.

 

Não será que aquilo que achamos que os outros são não corresponderá a um reflexo daquilo que nós somos?

 

Purifiquemos o olhar e mantenhamos a serenidade.

 

O outro não pode ser visto como uma adversidade, mas como uma oportunidade, uma oportunidade para crescer. Em conjunto.

publicado por Theosfera às 21:07

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